Maringá com Informação | Lúcio Rosas

UEM: De Referência Regional à Potência Global do Ensino Superior

UEM: De referência regional à potência global do ensino superior Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas   Há exatos 56 anos, no noroeste do Paraná era criada o que viria a ser um dos maiores orgulhos do estado. Por meio do decreto estadual nº 18.109, nascia a Universidade Estadual de Maringá (UEM). O que começou em 1969 com a união de três faculdades isoladas e um instituto, hoje é um elemento essencial para o desenvolvimento científico e econômico do Brasil.   Uma Trajetória de Expansão e ImpactoDesde a sua fundação, quando incorporou os cursos de Economia, Direito, Filosofia e o Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas (ICET), a UEM não parou de crescer. Na atualidade, a instituição é uma gigante que abriga quase 20 mil alunos matriculados, 95 cursos presenciais e 7 cursos à distância (em 32 polos), 7 câmpus espalhados estrategicamente (Maringá, Cianorte, Umuarama, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Diamante do Norte) e uma força de trabalho de 1.605 docentes e 1.809 agentes universitários.   Ao longo dessa história, mais de 86 mil profissionais foram formados, transformando o mercado de trabalho e a realidade social da nossa região.    Liderança Comprovada: A Melhor Estadual do Paraná Não é apenas tradição; são números. Os rankings mais recentes (2024 a 2026) confirmam a “personalidade” acadêmica de excelência da UEM. No Ranking Universitário Folha (RUF 2024/2025), a UEM consolidou-se como a 1ª colocada entre as estaduais do Paraná e a 24ª melhor universidade do Brasil. O grande diferencial da UEM é liderar no estado, nos quesitos ensino e inovação, com indicadores altíssimos através do número de patentes registradas e parcerias com o setor produtivo.   A “Elite” das EstrelasNo Guia da Faculdade (Estadão 2025), a UEM deu um salto histórico: triplicou seu desempenho, alcançando 12 cursos com a nota máxima (5 estrelas). Além disso, a UEM alcança destaque em empregabilidade, liderando a preferência dos RHs. Na carreira científica, a UEM é referência em publicações e citações internacionais, e no Agronegócio e Saúde, compõe o “trio de ferro” paranaense, (UEM, UEL e UEPG), sendo imbatíveis nessas áreas.   Já no cenário mundial, o ranking THE (Times Higher Education) classifica a UEM como a 5ª melhor universidade estadual de todo o Brasil. Infográfico ilustra evolução do posicionamento da UEM no Latin America University Rankings entre 2023 e 2025, junto a demais IES que estão entre as cinco melhores universidades estaduais do país. Fonte: Latin America University Rankings 2026, Times Higher Education   O ranking reúne universidades da América do Sul, América Central e Caribe, considerando dados coletados entre 2020 e 2025. A avaliação leva em conta cinco critérios: ensino (35%), ambiente de pesquisa (33,5%), qualidade da pesquisa (20%), inovação (4%) e perspectiva internacional (7,5%). No total, são analisados 16 indicadores de desempenho.   Nesta edição, a pontuação passou a ser calculada globalmente, e não apenas comparada às universidades da América Latina, o que influenciou o desempenho relativo das instituições.   Pesquisa de PontaCom mais de cursos de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) do que cursos de graduação, a UEM se destaca como um berço para a pesquisa, compondo mais de 2.800 alunos nessas modalidades. Só na Pesquisa, a UEM possui atualmente 511 grupos de pesquisa cadastrados no CNPq, e uma estrutura com 434 laboratórios certificados, e mais de 870 projetos de pesquisa docente em desenvolvimento. São mais de 60 Patentes concedidas e registros.   Quanto aos cursos de graduação de destaque, o de Educação Física é considerado o melhor pelo ranking RUF, o de Engenharia Química está entre os “Top 10” nacional com infraestrutura de ponta. O curso de Medicina alcançou nota máxima no Enamed 2025 e é um dos três cursos das universidades estaduais do estado com esta avaliação. Biomedicina é referência em pesquisa e inovação, e, Física e Matemática, são cursos que produzem pesquisa de excelência.   Vale o registro da conquista pela universidade do conceito máximo no Enade de 2025, tendo os cursos de Medicina, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Engenharia Química, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil e Engenharia Mecânica, atingido a nota 5 no conceito Enade 2025.   Olhando para o FuturoAos 56 anos, a UEM não contempla apenas para o passado. Com notas de excelência no IGC (MEC) e uma pós-graduação (Mestrado e Doutorado) de prestígio internacional avaliada pela CAPES, a instituição reafirma seu compromisso com a evolução. O IDD (Indicador de Diferença de Desempenho) prova que o aluno que entra na UEM sai preparado, com um crescimento intelectual acima da média nacional.   Segundo o reitor Leandro Vanalli, “A nossa amada UEM completa 56 anos. Ela é um patrimônio do Paraná e um orgulho para todos nós, tanto para a comunidade acadêmica quanto para a sociedade em geral. Afinal, nossa instituição foi erguida com um propósito claro: promover o desenvolvimento de toda uma região e transformar a vida das pessoas que por ela são impactadas. Nascemos do sonho de pioneiros e, hoje, somos uma realidade presente na vida de milhares de famílias.   Tornamo-nos uma universidade de referência internacional em pesquisa. Em nossos laboratórios, pesquisadores buscam soluções reais que alcançam desde o agronegócio até a saúde pública, elevando o nome do Paraná ao cenário internacional.   Aplicamos em nossa essência o hábito da inovação. Estamos em permanente atualização, integrando novas tecnologias e metodologias para formar não apenas profissionais de excelência, mas cidadãos preparados para os desafios de um mundo em constante mudança.   Que venham os próximos desafios, pois a UEM segue firme, próxima das pessoas, inovadora, e sempre a serviço do povo paranaense.”   A UEM é um orgulho de todos nós!   Foto de Capa: Thiago Louzada Arte: André Scarate   VEJA MAIS 5 de February de 2026 UEM: De Referência Regional à Potência Global do Ensino Superior 22 de January de 2026 UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes 22 de January de 2026 UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes 14 de December de 2023 Como será o amanhã? Parte I 12 de December de 2023 Rankings destacam universidades … Read more

UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes

UEM reforça compromisso com o setor agropecuário para o desenvolvimento regional Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas / Prof. Dr. Julyerme Tonin   Com ensino, pesquisa, extensão e formação de excelência, UEM se destaca como parceira estratégica do setor agropecuário regional e nacional   A Universidade Estadual de Maringá tem reafirmado, ano após ano, seu compromisso com o agronegócio brasileiro, um setor dinâmico, tecnológico e sustentável que é um dos grandes pilares da economia nacional.   O agronegócio brasileiro é responsável por mais de um quarto do PIB nacional, a liderança do Brasil no ranking de maior exportador de diversas commodities agropecuárias, contribui para a geração de superávits na balança comercial, atraindo divisas e impulsionando o crescimento econômico, gerando emprego e renda.   O desenvolvimento tecnológico é uma das marcadas desse setor. Dentre as inovações cabe destacar a “tropicalização” da soja, o plantio direto, a fixação biológica de nitrogênio que renderam recentemente a cientista da Embrapa Soja o Prêmio Mundial de Alimentação, integração lavoura-pecuária-floresta, biodefensivos e bioinsumos, entre outros. Como fruto desse desenvolvimento, o Brasil tem vivenciado ao longo das últimas décadas, uma elevação da produtividade, desenvolvimento genético, maior eficiência do uso de terras aráveis, com a produção de duas, ou até três safras por ano. Tudo isto faz do Brasil o principal candidato para suprir a demanda global crescente por alimentos.   A presença do agronegócio é marcante na dinâmica econômica de Maringá. De acordo com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Maringá registrou em 2024 exportação de US$ 2,87 bilhões, o que colocam nosso município na 2ª posição no Paraná, com aproximadamente 1% de todas as exportações do Brasil.   A pujança do agronegócio na região é notória, sendo que deste montante exportado cerca de 94% são de produtos oriundos do agronegócio. Hoje, o campo produz alimentos e energia de forma sustentável, sem descuidar com a preservação ambiental. Somando-se as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais (RLs), estima-se que os produtores rurais brasileiros mantenham 120 milhões de hectares de matas exclusivamente em propriedades privadas. A universidade tem um papel importante neste contexto, porque forma profissionais altamente qualificados para atuar em todas as etapas da cadeia produtiva — da fazenda ao mercado.   Nos últimos anos, a universidade também ampliou sua infraestrutura voltada ao agronegócio, com a criação de laboratórios especializados, centros de pesquisa, além de fazendas-escola que funcionam como verdadeiros polos de inovação agropecuária. Neste contexto, cabe destacar a Central de Agropecuária e Agronegócio (CAA) na qual são desenvolvidas pesquisas, análises e ensaios, com potencial de gerar inovação com impacto direto no campo.   Além do ensino, a universidade investe em pesquisas de ponta em áreas como agricultura de precisão, manejo sustentável do solo e da água, melhoramento genético, biotecnologia e gestão agroindustrial. Para citar um exemplo, a Estação Experimental de Piscicultura, em Floriano, abriga o primeiro centro público da América Latina de melhoramento genético da Tilápia do Nilo, projeto no qual, a UEM está transformando pele de tilápia em couro para moda, itens hospitalares e até suplementos alimentares.   Vários desses projetos contam com parcerias com cooperativas, empresas do setor e órgãos governamentais, levando inovação diretamente para o campo. No âmbito do Programa Irriga Paraná, a UEM oferecendo suporte técnico para projetar e dimensionar sistemas de irrigação economicamente viáveis para diferentes culturas. O “Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura” (Nupélia) possui base de campo em Porto Rico (Rio Paraná) e estuda ecossistemas aquáticos há décadas.   A extensão também ocupa papel de destaque. Através de programas e oficinas voltadas à agricultura familiar e à capacitação de produtores rurais, a universidade contribui para o desenvolvimento regional e o fortalecimento da produção de base. O projeto Biofábrica UEM converte resíduos do RU em composto orgânico. A Unitrabalho apoia empreendimentos econômicos solidários ligados à agricultura familiar, agroindústria e cadeias sustentáveis.   Enfim, esses entre outros tantos exemplos, evidenciam o papel da UEM em mobilizar ciência, tecnologia e inovação para a promoção de um agronegócio mais eficiente, inteligente e sustentável, integrando ensino, pesquisa e extensão com repercussão real no campo e na economia regional.           VEJA MAIS 22 de January de 2026 UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes 22 de January de 2026 UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes 14 de December de 2023 Como será o amanhã? Parte I 12 de December de 2023 Rankings destacam universidades do Paraná entre as mais sustentáveis do mundo 12 de December de 2023 6 tendências do Marketing Digital para 2024. 7 de December de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II

UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes

UEM é destaque entre as estaduais em ranking de cientistas mais influentes Entre as universidades estaduais do Índice Científico AD 2025, além da UEM figurar em 1ª no Paraná é a 16ª no Brasil   A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é mais uma vez destaque no Índice Científico Alper-Doger (AD) 2025. De acordo com os dados atualizados do ranking internacional, a UEM está listada como a 1ª entre as instituições públicas de ensino superior do Paraná, a 16ª do Brasil e a 20ª posição na América Latina. Em comparação ao ano passado, na classificação da performance das universidades públicas, a UEM subiu da 517ª para a 503ª posição no ranking mundial; da 21ª para a 20ª, na América Latina; e da 17ª para 16ª, no Brasil. A UEM consolida o protagonismo da pesquisa científica paranaense.   Para o reitor da UEM, Leandro Vanalli, o reconhecimento da UEM no AD Scientific Index 2025 reflete o compromisso contínuo da universidade com a pesquisa de excelência. “Com mais este resulado de desempenho, a UEM consolida o protagonismo da pesquisa científica paranaense. Estar entre as instituições mais bem avaliadas do país e da América Latina é resultado do esforço coletivo de nossos pesquisadores, docentes e estudantes. Esse desempenho nos inspira a seguir investindo em ciência, inovação e na formação de profissionais preparados para transformar a sociedade.   Entre os 834 pesquisadores da UEM destacados no ranking AD 2025, os dez primeiros colocados — Angelo Antonio Agostinho, Edvani Curti Muniz, Sonia Silva Marcon, Sidinei Magela Thomaz, Luiz Carlos Gomes, Rosane Marina Peralta, Adley Forti Rubira, Jesui Vergilio Visentainer, Benedito Prado Dias Filho e Rosangela Bergamasco — figuram entre os mais influentes do mundo, reafirmando o alto nível da pesquisa desenvolvida na universidade.   O professor Ângelo Agostinho, da UEM, está na 94ª posição entre os cientistas mais influentes do Brasil. Com atuação na área de Ciências Biológicas, suas pesquisas em ecologia e conservação de ecossistemas aquáticos reforçam a relevância global da ciência feita na UEM.   Para Agostinho, estar entre os pesquisadores mais citados do mundo na área de Ecologia representa não apenas uma realização pessoal, mas também o reconhecimento de um esforço coletivo. Ele ressalta que o destaque alcançado só foi possível graças ao trabalho conjunto de estudantes, técnicos e colaboradores de diferentes instituições. “Essa conquista é, antes de tudo, um testemunho do poder da colaboração científica, e mostra que trabalhar junto faz toda a diferença”, frisa.   Outros nomes de destaque são os professores Alessandro Dourado Loguercio e Alessandra Reis, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), que aparecem nas posições 73 e 74 da lista nacional. Com mais de duas décadas de dedicação à pesquisa em Odontologia, ambos são referência internacional na área de Materiais Dentários . Na análise institucional, todas as sete universidades estaduais vinculadas ao Governo do Paraná estão incluídas no ranking, a UEL aparece na 20ª colocação nacional, a UEPG aparece na 40ª, e a Unioeste e a Unicentro, nas posições 58 e 66 no Brasil, respectivamente.   As universidades mais jovens do sistema, UENP e Unespar, também figuram no ranking. Elas ocupam as posições 107 e 151 no Brasil, reunindo 282 pesquisadores classificados entre os mais bem avaliados. Ambas integram a lista de instituições com menos de 30 anos de existência.     No total, o sistema estadual de ciência, tecnologia e ensino superior do Paraná conta com 2.771 pesquisadores classificados no índice internacional. Entre eles, 197 figuram no seleto grupo dos 10% mais bem avaliados do mundo, evidenciando o prestígio e a excelência da produção científica desenvolvida nas instituições paranaenses.   Segundo o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, os resultados demonstram a solidez do sistema estadual. “Nossas universidades e institutos têm demonstrado excelência acadêmica, com pesquisas inovadoras que colocam o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná em posição de destaque nacional, especialmente na Região Sul, onde somos referência em produção científica e formação profissional”, afirma.   Metodologia   O Índice Científico AD é uma classificação internacional independente baseada em nove parâmetros, com ênfase na quantidade de publicações científicas e número de citações — totais e nos últimos seis anos — conforme dados do Google Acadêmico. A edição 2025 abrange 2,6 milhões de cientistas e 24.569 instituições de 221 países. No Brasil, foram avaliados 95.460 pesquisadores e 643 instituições, sendo 253 públicas e 282 privadas.   A metodologia inclui 13 áreas do conhecimento, entre elas: agricultura e silvicultura; arte e humanidades; arquitetura e design; ciências sociais e humanas; ciências médicas e da saúde; ciências naturais; ciências sociais; direito; economia e econometria; educação; engenharia e tecnologia; história, filosofia e teologia; e negócios e gestão.   (Com informações da Agência Estadual)     Assessoria de Comunicação ASC / UEM   VEJA MAIS 22 de January de 2026 UEM é destaque entre estaduais em ranking de cientistas mais influentes 22 de January de 2026 Elementor #3700 14 de December de 2023 Como será o amanhã? Parte I 12 de December de 2023 Rankings destacam universidades do Paraná entre as mais sustentáveis do mundo 12 de December de 2023 6 tendências do Marketing Digital para 2024. 7 de December de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II

Como será o amanhã? Parte I

Como será o amanhã? Parte I Estamos a poucos dias de mudar o calendário anual, e o ano de 2024 começa com muitas dúvidas quanto ao futuro. O futuro das pessoas e da sociedade não muda apenas com a troca de um dia para o outro. É imprescindível monitorar a maneira como as pessoas estão se comportando, examinar as tendências e se adequar às expectativas de consumo. Nos próximos artigos, abordaremos algumas dessas tendências que podem auxiliar na compreensão de alguns movimentos que estão em curso e que podem impactar novos hábitos de consumo e vida, a fim de que as marcas possam estabelecer conexões valiosas entre elas e os novos hábitos das pessoas. Os hábitos de vida e de consumo estão mudando A velha máxima de que existe um caminho ou modelo a ser seguido para que as pessoas alcancem o sucesso está em processo de desconstrução. A cada dia, mais pessoas percebem que essas fórmulas nem sempre se adequam às suas próprias perspectivas, o que altera significativamente o conceito de sucesso, tornando essa busca uma tarefa individual e personalíssima. Seja por uma oportunidade ou necessidade, as pessoas estão questionando tudo aquilo que antes era considerado óbvio, desafiando conceitos e moldando novas maneiras de pensar, agir e viver. É importante que estejamos atentos ao impacto nos sistemas e serviços que certamente ocorrerá. Fazer uma faculdade, conseguir um bom emprego, casar-se, ter filhos, ter uma casa própria, crescer na carreira, ter um carro, viajar muito e se aposentar, esse era o ideal de vida das pessoas. Este modelo, estruturado em uma época em que poucas mulheres trabalhavam, poucas pessoas iam além das séries iniciais, os empregos eram mais vitalícios, um salário era suficiente para sustentar uma família, está em transformação. As pessoas, tanto em nível individual quanto social, estão repensando as suas características ou expectativas de vida e traçando novos rumos. Tendência tecnológica – interface digital Segundo pesquisa da Euromonitor International Voice of the Consumer: Lifestyles Survey, 72% dos consumidores usaram tecnologia para melhorar sua vida diária em 2023. Podemos citar, por exemplo, as atividades profissionais, a busca por serviços públicos, a alimentação e o transporte, entre outras. A evolução tecnológica cada vez mais rápida, e sua introdução na vida das pessoas, a tornam uma ferramenta estratégica indispensável, atuando como cocriadoras dos consumidores, influenciando suas escolhas e suas experiências com as marcas. Lúcio Olivo Rosas A inteligência artificial já é uma tecnologia integrada vida cotidiana. Um exemplo disso é o ChatGPT, um aplicativo que emprega a Inteligência Artificial para fornecer respostas em texto para diversas perguntas e solicitações, aprimorando a personalização e enriquecendo a experiência do cliente em relação às marcas que prometem e entregam o que as pessoas consideram qualidade. Qualidade dos conteúdos baseado na diferenciação A sociedade está cada vez mais acelerada, o que, naturalmente, provoca o estresse e a ansiedade, causados pelas responsabilidades do dia a dia e pelas diversas tarefas que as pessoas têm que cumprir. Dessa forma, os consumidores procuram conteúdos que permitam um momento de alívio e, até mesmo, felicidade, que os façam liberar suas tensões. A compensação da tensa vida cotidiana em conteúdos que as distraem e divertem é uma boa oportunidade para as marcas estarem presentes. As empresas que se destacarem por meio de ações e campanhas podem estabelecer conexões duradouras com seus consumidores. Capitalizar na busca do consumidor por meio da diversão e relaxamento, representa uma excelente estratégia e oportunidade para as marcas. Por outro lado, é preciso ter cautela para evitar produzir conteúdos que se repitam ou que percam o senso de posicionamento das marcas já estabelecidas nas pessoas. Distrações excessivas podem afastar as pessoas de conteúdos de maior credibilidade, que também estão relacionados a eventos da vida, de extrema relevância para o indivíduo. Dessa forma, a estratégia mais relevante para as marcas será a diferenciação, que significa ser percebida de forma singular pelas pessoas, o que é evidenciado pelas conexões valiosas criadas pela experiência positiva entre os cidadãos/consumidores e as marcas. As marcas (empresas, organziações, pessoas) têm sucesso se conseguirem se diferenciar das outras e oferecer produtos, serviços e conteúdo que se destacam por serem melhores, convenientes ou criativos. Dessa tendência, é possível notar uma ligação com outras áreas, como a tecnologia e a inteligência artificial, que tem a capacidade de monitorar as emoções e personalizar as experiências de acordo com o humor e o interesse das pessoas, e a busca por conteúdos em diferentes pontos de contato, o que permitirá uma redefinição da marca, tema que será abordado em breve. No próximo artigo, mostraremos outras tendências que estão modificando o comportamento e os hábitos das pessoas. Fiquem de olho e não percam o próximo episódio. Por: Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_                        luciorosas.com.br Imagem: autor/canvas VEJA MAIS 14 de dezembro de 2023 Como será o amanhã? Parte I 12 de dezembro de 2023 Rankings destacam universidades do Paraná entre as mais sustentáveis do mundo 12 de dezembro de 2023 6 tendências do Marketing Digital para 2024. 7 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II 1 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I 29 de novembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas.

Rankings destacam universidades do Paraná entre as mais sustentáveis do mundo

Imagem: SETI-PR Rankings destacam universidades do Paraná entre as mais sustentáveis do mundo Promovido pela Universidade da Indonésia (UI), o GreenMetric 2023 foi divulgado na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que acontece até esta terça-feira (12), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa avaliação universitária considera 39 indicadores e seis critérios: ambiente e infraestrutura, energia e mudanças climáticas, resíduos, água, transporte e educação. O ensino superior do Paraná foi reconhecido nesta semana entre os mais sustentáveis do mundo em dois rankings internacionais. Os resultados do UI GreenMetric World University Ranking 2023 e do QS Sustainability University Ranking 2024 destacam a Universidade Estadual de Maringá (UEM) em primeiro lugar no Estado no desenvolvimento de ações para a sustentabilidade ambiental e pesquisas relacionadas ao tema. Os rankings também destacam as universidades estaduais do Norte do Paraná (UENP) e de Londrina (UEL), respectivamente. A UEM e a UENP figuram em 16º e 30º lugar nacional do ranking entre 43 universidades do Brasil avaliadas. No mundo, as duas estaduais paranaenses estão nas posições 499 e 762, entre 1.183 instituições de 85 países. A Quacquarelli Symonds (QS), consultoria britânica especializada em análises universitárias mundiais, é a responsável pelo QS Sustainability 2024. Esse levantamento avalia o desempenho institucional em três grupos de indicadores: impacto ambiental, impacto social e governança. Os critérios consideram empregabilidade de estudantes, igualdade social e de gênero, transferência de conhecimento, inserção de temas sobre sustentabilidade no ensino, comprometimento ambiental da instituição e pesquisas no campo da sustentabilidade. Nessa classificação, que está na segunda edição, o Paraná é segundo estado com o ensino superior mais sustentável do Brasil, atrás somente de São Paulo e empatado com Minas Gerais. A UEM e a UEL aparecem em 13º e 17º lugar nacional das 34 universidades brasileiras avaliadas. Na América Latina, as instituições figuram como 36ª e 43ª mais bem avaliadas entre 101 universidades. No mundo, as duas instituições ligadas ao Governo do Paraná estão nas faixas 801-820 e 961-980 num grupo de 1.403 universidades. Entre 2020 e 2023, pesquisadores da UEM publicaram 2.520 artigos científicos relacionados à sustentabilidade, resultado que contribui diretamente para elevar a vantagem da estadual paranaense perante outras universidades públicas e privadas de todo o Brasil. O reitor da UEM, professor Leandro Vanalli, destaca o papel das universidades na promoção da sustentabilidade. “A conscientização sobre a importância da sustentabilidade no meio acadêmico é essencial, pois quando as pessoas compreendem a importância de proteger o meio ambiente se tornam mais propensas às mudanças de comportamento”, afirma. “Esse reconhecimento nos rankings internacionais reflete o compromisso institucional da UEM com medidas e práticas de sustentabilidade que contribuem para a preservação ambiental e para um futuro mais sustentável para todos”. AÇÕES – As universidades estaduais do Paraná desenvolvem uma série de iniciativas no campo da sustentabilidade que contribuem para os resultados alcançados nos rankings internacionais. As instituições contam com programas para a redução da emissão dos gases de efeito estufa, a partir da produção de energia renovável, do tratamento de resíduos orgânicos, da coleta seletiva e do incentivo à utilização de meios de transporte não poluentes. Na UEM, os 70 cursos de graduação incluem sustentabilidade nos conteúdos de ensino, sendo Engenharia Ambiental e Tecnologia em Meio Ambiente específicos da área, além de um curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade. A instituição também incentiva a gestão de resíduos, separação de materiais recicláveis, descarte correto de pilhas e baterias, tratamento de materiais orgânicos e destinação correta de produtos químicos. O programa UEM Recicla promove orientação para cidadãos e comunidade universitária sobre responsabilidade ambiental, como separação de resíduos, substituição de copos descartáveis e economia de papel em atividades administrativas. Atualmente, 95% das instalações do câmpus-sede são equipadas com lâmpadas eficientes e as máquinas de ar-condicionado estão sendo substituídas pelo tipo inverter, uma tecnologia que reduz o consumo energético. ENERGIA SOLAR – Entre 2019 e 2020, a UEL e a UEM foram as primeiras universidades da rede estadual a implantar usinas fotovoltaicas nos câmpus universitários. Juntas, as duas instituições somam uma estrutura de 2.460 módulos de placas solares instalados em uma área de 4,8 mil metros quadrados. Na UEL, o sistema de captação de incidência solar assegura uma produção de 489,6 megawatt-hora, com capacidade para gerar energia suficiente para manter aproximadamente 250 residências médias pelo período de um ano. Na UEM, o sistema representa até 10% do consumo anual do câmpus-sede, o que equivale a uma economia de R$ 200 mil. Essa produção poderia abastecer cerca de 300 residências com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês, ao longo de 12 meses. Essa energia gerada pelos painéis solares é distribuída e consumida entre nove blocos acadêmicos. Agradecimentos: Imprensa AEN – PR Publicação: 11/12/2023 VEJA MAIS 12 de dezembro de 2023 Centro esportivo do Jardim Alvorada é reinaugurado 12 de dezembro de 2023 6 tendências do Marketing Digital para 2024. 7 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II 1 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I 29 de novembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. 10 de novembro de 2023 Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities

6 tendências do Marketing Digital para 2024.

6 tendências do Marketing Digital para 2024. A comunicação é uma área em constante evolução. E o Marketing Digital não fica fora disso. É sempre muito importante estar atento às mudanças que ocorrem no cenário e se adaptar às estratégias de acordo com as necessidades e oportunidades que surgirem. Por isso, neste texto eu te mostro seis tendências do Marketing Digital para 2024. Confira! 1. Inteligências Artificiais A evolução das inteligências artificiais acontecem de maneira exponencial. Dessa forma, a integração da inteligência artificial nas estratégias de marketing devem continuar a crescer, melhorando a experiência do usuário e a eficiência das empresas. Então, o auxílio de ferramentas como Chat GPT-4 e outras já existentes no mercado, podem ser cada vez mais utilizadas. 2. Privacidade de Dados e Regulamentações As preocupações com a privacidade dos dados estavam levando a regulamentações mais rígidas em todo o mundo, como o General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, ou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Por conta disso, o marketing digital terá que se adaptar a essas novas regulamentações em constante mudança para comunicar de acordo com as normas impostas. 3. Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) Assim como as inteligências artificiais, a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual têm o potencial de transformar a maneira como as marcas se envolvem com seus clientes. Isso inclui experiências de compra virtuais, testes de produtos em ambientes virtuais e publicidade imersiva, através de aplicativos móveis, sem fazer os parceiros da marca saírem da própria casa para entrarem de cabeça no mundo da empresa. 4. Comunicação Inclusiva e Madura A comunicação inclusiva se concentra em uma abordagem que seja compreensível e acolhedora para uma ampla variedade de pessoas. Pensando nisso, o marketing digital pode adotar isso para alcançar diferentes segmentos de públicos, sem necessariamente excluir nenhum deles. A comunicação inclusiva e madura busca uma linguagem franca, sem preconceitos e que seja acessível a pessoas com diferentes vivências e aprendizados. 5. Marketing Multicanal À medida que os consumidores interagem com marcas em várias plataformas e dispositivos, o marketing multicanal se torna cada vez mais importante. Ou seja, é fundamental realizar a criação de estratégias que oferecem uma experiência consistente e contínua em todos os pontos de contato, seja em mídias sociais, e-mail, aplicativos móveis ou sites. O importante é estar presente em todos canais existentes. Ou seja, produzir conteúdo para o Instagram, ao mesmo tempo que esteja sendo produzido material para o TikTok, LinkedIn e outros canais que sejam interessantes para sua marca. 6. Conteúdo Gerado pelo Usuário (CGU) O conteúdo gerado pelo usuário, que os próprios clientes ou seguidores criam conteúdo relacionado a uma marca, produto ou serviço, está se tornando cada vez mais importante. Isso inclui avaliações, depoimentos, fotos e vídeos criados pelos usuários. As empresas podem incorporar o CGU em suas estratégias de marketing para aumentar a autenticidade, construir confiança e envolver a comunidade de clientes de maneira mais significativa. Além disso, o CGU pode ser uma fonte valiosa de conteúdo e feedback para as empresas. Essa tendência aproveita a voz dos próprios consumidores e permite que as marcas se conectem de forma mais genuína com seu público-alvo, consumindo relacionamentos mais fortes e estimulando o engajamento. Por Por Camilla Covello – Mundo do Marketing VEJA MAIS 12 de dezembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. 7 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II 1 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I 29 de novembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. 10 de novembro de 2023 Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities 8 de novembro de 2023 Em Maringá, Arena Sustentável trará inspiração e práticas para cuidar do planeta.

Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II

Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? Parte II Você conseguiu ler a matéria anterior? Chegou a uma conclusão?? Para melhorar esse entendimento, vamos relembrar algumas afirmações do texto anterior: 1 – OVO VEIO PRIMEIRO  Segundo os historiadores, os répteis depositam ovos e as aves que descendem deles também depositam ovos, já que possuem essa característica. Portanto, é possível afirmar que o ovo surgiu antes da galinha.   2 – CIDADÃO VEM PRIMEIRO  O voto, como forma de expressão democrática num regime republicano, é o instrumento mais valioso para a representação popular. Sendo assim, como ele é proferido pelo cidadão, este deve estar à frente das preocupações de todos os agentes políticos para a autenticidade do sistema representativo e para a defesa dos direitos humanos fundamentais.    HERMENÊUTICA  Para compreendermos as duas citações e, assim, chegarmos a uma conclusão sobre a analogia aplicada no texto da matéria anterior, podemos encontrar na Hermenêutica uma fonte de inspiração, uma vez que ela é um instrumento de análise (RICOEUR, 1989) eficaz na construção imaginária e simbólica para compreender obras teóricas ou poéticas. Dessa forma, a simbologia desejada é compreendida quando aproximamos os dois recursos textuais. Se o ovo surgiu antes da galinha e o cidadão é mais importante do que um candidato, então o ovo está para o cidadão assim como a galinha para os candidatos, certo? Mas calma, essa afirmação não é pejorativa, mas sim iluminadora. Se compreendidas conforme os princípios democráticos, podemos estabelecer uma relação de valor entre os agentes políticos que garantam a evolução e uma qualidade de vida efetiva para todos os cidadãos de uma comunidade.   MARKETING PARA BOAS RELAÇÕES  Se aplicarmos alguns princípios de marketing, como a troca e o valor, provocados por uma organização ou empresa, representada pelos partidos, que lançam seus produtos (no caso os candidatos) para serem comprados (a relação é com o voto) pelos consumidores (representados pelo eleitor/cidadão), com o objetivo de atender às suas expectativas, pode-se estabelecer uma relação de valor, que é, de fato, o que garante a longevidade do produto no mercado. Vocês conseguiram compreender essa analogia entre mercado e eleição? Portanto, é necessário elaborar táticas para consolidar tudo isso, bem como analisar o mercado (opinião dos indivíduos) para criar um produto (candidato) que satisfaça as expectativas dessas pessoas. Essas são as condições cruciais para iniciar uma construção de valor, correto? Muitas vezes acontece o contrário, as empresas definem um produto (candidato), gastam com comunicação para ser aceito (ter o voto) e nem sempre dão o resultado esperado (ganham a eleição). Culpa de quem, da empresa, do produto ou do mercado? A relação de consumo é muito parecida com a das eleições, por isso o marketing político tem sido uma ótima opção para que todas essas decisões estejam em sintonia, pelo menos que garanta a maioria da aprovação das pessoas.   Para ter a aprovação do consumidor (cidadão) e realizar uma compra (ganhar a eleição), deve entregar excelência no consumo (período do mandato), caso contrário, o consumidor (cidadão) vai procurar uma nova opção de produto (candidato). Parece simples, mas na verdade é. Basta ouvir o mercado e oferecer um produto que ele queira! Lúcio Olivo Rosas Então, por que os produtos, em alguns momentos, são adquiridos pelos consumidores e, depois, deixam de ser os preferidos, perdendo espaço para um concorrente? A resposta também é bastante clara: o produto que não cumpre o que promete, causa frustração no consumidor, o que nem a comunicação pode resolver. Ao contrário, toda vez que o produto for anunciado, aumentará a desconfiança, uma vez que o mercado ainda não estabeleceu uma relação de valor com o produto. Sendo os partidos as indústrias onde os produtos serão fabricados, a escolha do perfil do candidato é crucial, pois este deve atender aos anseios do mercado, e não empurrar um produto, pois isso vai dar errado. Além disso, não adianta colocar a culpa no profissional de marketing e de comunicação, pois o erro será da direção da organização. Mas, para ter êxito, o caminho é longo e árduo, pois esse processo de criação de produto terá que passar por algumas etapas, que nem sempre estão nas expectativas da organização. Se considerarmos as eleições como um cenário de trocas, ouvir as pessoas antes é a síntese da relação de confiança que será expressa através do voto. A capacidade de compreender o que as pessoas desejam é a chave fundamental para o êxito em uma eleição. Aqueles que cumprem essa tarefa com excelência, com certeza alcançarão êxito.   Assim sendo, manter o foco no mercado e maximizar a satisfação das pessoas ainda são as táticas mais eficazes de Marketing. Por: Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_                        luciorosas.com.br Imagem: autor/canvas VEJA MAIS 7 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte II 1 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I 29 de novembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. 10 de novembro de 2023 Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities 8 de novembro de 2023 Em Maringá, Arena Sustentável trará inspiração e práticas para cuidar do planeta. 31 de outubro de 2023 O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, ainda é relevante numa campanha?

Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I

Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? Parte I Durante o período de pré-campanha, é comum encontrarmos candidatos que buscam ser vistos de qualquer maneira para garantir sua viabilidade política, ou seja, um partido que os permita disputar uma eleição. Mas quem escolhe é o partido ou a população?    Por meio de uma série de artigos, iniciaremos algumas reflexões sobre o processo eleitoral e sua relevância para o futuro de uma cidade e para a qualidade de vida da população.   Por. Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas   – Quem veio primeiro o ovo ou a galinha? Esta frase clássica ainda desperta a curiosidade das crianças e dos adultos, uma vez que todos nós sabemos que a galinha nasce de dentro do ovo e que o ovo sai de dentro da galinha. Uma confusão, não é mesmo?   A ciência ainda enfrenta controvérsias sobre o tema, mas é consenso que o ovo foi criado há muitos milhões de anos, muito antes dos peixes, que também produzem ovos, e muito antes dos répteis. Segundo o professor Fabrício Santos, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, as galinhas, assim como todas as aves, são descendentes dos répteis.   Ou seja, répteis são mais antigos, foram se reproduzindo e geraram diferentes filhotes que se reproduziram e geraram filhotes mais diferentes ainda. Dessa forma, após milhões de anos, eles originaram as diferentes aves, sendo a galinha uma delas. Portanto, os répteis põem ovos e as aves que descendem deles também põem ovos, pois herdaram essa característica.   Então, podemos dizer que o ovo surgiu antes da galinha.   Agora surge uma outra questão em relação às eleições em um sistema democrático:   – Quem veio primeiro, o candidato ou o eleitor/cidadão? Para entender essa indagação, devemos analisar o processo evolutivo do voto como forma de escolha das lideranças políticas, que atinge várias culturas, e, apesar de ser um assunto recorrente, aproximadamente 50% da população mundial não tem direito ao voto.   A história diz que o voto começou em Atenas no século 5 a.C., mas apenas um quinto da população podia votar. Isso mudou muito desde então.   Até o século XIX, a compreensão do voto como um direito que se estende à maioria dos cidadãos ainda era pouco difundida. Nos Estados Unidos da América, um dos mais importantes redutos dos ideais de liberdade e independência, seus membros previam que a ampliação do poder de voto poderia prejudicar a condução de questões relevantes nacionais. Neste aspecto, é importante destacar a luta das mulheres e indivíduos analfabetos pelo direito.   No Brasil, a partir de 1824, com a Constituição do Império do Brasil, somente homens maiores de 25 anos, com padrão de renda de classe média, podiam votar. Mulheres e analfabetos eram excluídos do processo eleitoral. Somente em 1934, as mulheres e os jovens maiores de 18 anos conquistaram o direito ao voto. Além disso, a partir de 1934, o voto era secreto, o que evitava perseguições políticas para aqueles que não votaram nos candidatos que foram derrotados. Apesar desses avanços, os analfabetos continuaram sem poder votar no Brasil.   No ano de 1985, os indivíduos sem instrução ganham o direito de votar e, por meio da Constituição de 1988, a população tem o direito de escolher seus líderes políticos.   Assim, fica claro que o voto, como forma de expressão democrática num regime republicano, precisa de regras que permitam que as pessoas se coloquem à disposição da população para serem eleitas como seus representantes. Surgem então os partidos políticos, organizações formadas pela livre associação de pessoas, com uma ideologia em comum, com o objetivo de assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e defender os direitos humanos fundamentais. São através deles que se viabiliza um representante de uma linha de pensamento, os chamados candidatos.    Desta forma, podemos concluir que o eleitor/cidadão, é mais importante do que o candidato.   No artigo seguinte, vamos aprimorar essas analogias para esclarecer o papel de cada agente em um processo eleitoral. Não percam, temos mais na próxima semana.   Por: Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_                        luciorosas.com.br      Imagem: autor/canvas  VEJA MAIS 1 de dezembro de 2023 Afinal, quem veio primeiro? O ovo ou a galinha? Ou ainda, o candidato ou o cidadão? – Parte I 29 de novembro de 2023 O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. 10 de novembro de 2023 Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities 8 de novembro de 2023 Em Maringá, Arena Sustentável trará inspiração e práticas para cuidar do planeta. 31 de outubro de 2023 O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, ainda é relevante numa campanha? 30 de outubro de 2023 Centro esportivo do Jardim Alvorada é reinaugurado

O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas.

O Boticário lança campanha de Natal pautada pela valorização das relações humanas. Resgate da proximidade emocional entre as pessoas dá o tom à campanha, batizada “Seja Um Amor Presente” Assista  ao filme: Excesso de estímulos, desumanização da relação entre marcas e consumidores, desvalorização das habilidades socioemocionais no mercado de trabalho. Estes são alguns dos principais desafios a serem vencidos pelo Marketing moderno, que cada vez mais, se apoia no avanço do aparato tecnológico em nome de objetivos importantes para a competitividade empresarial. Considerando estas preocupações, em especial, a que diz respeito ao campo socioemocional das relações humanas, O Boticário fez do tópico a essência de sua campanha de Natal “Seja Um Amor Presente”. O objetivo da ação é mostrar que nenhum presente é maior do que estar com quem se ama, além de inspirar e incentivar o diálogo sobre a presença ativa nos vínculos humanos. Com conceito idealizado pela AlmapBBDO, o filme retrata, de forma metafórica, a presença e a ausência nas relações interpessoais, explorando os diversos estímulos que impactam a percepção e que geram o distanciamento entre pessoas queridas – a partir de diferentes formatos de relações afetivas, amorosas, familiares e até mesmo profissionais. O vídeo, embalado pela trilha de “I’ll Be There”, do grupo Jackson 5, exibe a mudança de comportamento dos personagens, que passam a experimentar a presença genuína na rotina. O lançamento oficial, em TV aberta e em todas as redes do  Boticário, aconteceu ontem (27), durante o intervalo da novela Terra e Paixão, veiculada na Rede Globo. Adicionalmente, a campanha conta com uma estratégia de comunicação 360° robusta, ativações nas redes sociais destinadas a provocar o público à reflexão sobre o tema e ações natalinas nas três lojas-conceito da marca, localizadas em São Paulo e Curitiba, que ganharam decorações especiais. Assinadas pelo Artista Mauro Martins. Sobre o tom da campanha, Bruna Buás, diretora de Comunicação do Boticário, explica que  sentimento de ausência, mesmo estando fisicamente presente, é uma das grandes tensões da sociedade atual. Por isso, a empresa buscou um tom muito emocional para gerar identificação e conversa na maior data de seu calendário, provocando uma reflexão sobre a presença como o melhor presente para o Natal. Por Ian Cândido – 28/11/2023 Mundo do Marketing VEJA MAIS 29 de novembro de 2023 Universidades estaduais têm 22 cursos de excelência no Guia da Faculdade do Estadão 2023ensino superior 10 de novembro de 2023 Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities 8 de novembro de 2023 Em Maringá, Arena Sustentável trará inspiração e práticas para cuidar do planeta. 31 de outubro de 2023 O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, ainda é relevante numa campanha? 30 de outubro de 2023 Centro esportivo do Jardim Alvorada é reinaugurado 27 de outubro de 2023 Universidades estaduais têm 22 cursos de excelência no Guia da Faculdade do Estadão 2023ensino superior

Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN Paraná, um estado inteligente! A força de suas Smart Cities. O Conceito de Cidade Inteligente se solidifica, e as cidades que buscam cumprir os indicadores propostos em eixos de atuação de políticas públicas, conquistam visibilidade com a melhora da qualidade de vida de sua população. Por: Lúcio Olivo Rosas A Organização Internacional de Padronização – ISO, é uma federação mundial de organismos nacionais de padronização, que preparam Normas Internacionais através de comitês técnicos ISO. Organizações internacionais, governamentais e não governamentais, em ligação com a ISO, também participam no trabalho. Para o Desenvolvimento Sustentável de Comunidades – Indicadores para Serviços Urbanos e Indicadores de Qualidade de Vida, foi criada a ISO 37.120, tornando-se rapidamente o ponto de referência internacional para cidades sustentáveis, porém, especialistas identificaram a necessidade de indicadores adicionais para cidades inteligentes, e foi criada a ISO 37.122. Essas Normas Internacionais, quando usada em conjunto, ajuda as cidades a identificarem indicadores para a aplicação de sistemas de gestão urbana, e a implementar políticas de Cidades Inteligentes para: — Prestar melhores serviços aos cidadãos; — Proporcionar um ambiente de vida melhor, onde políticas, práticas e tecnologias inteligentes sejam colocadas ao serviço dos cidadãos; — Alcançar os seus objetivos ambientais e de sustentabilidade de uma forma mais inovadora; — Identificar a necessidade de infraestruturas inteligentes; — Facilitar a inovação e o crescimento; e — Construir uma economia dinâmica e inovadora, preparada para os desafios de amanhã. No Brasil essas normas já apresentam resultados, e cidades paranaenses conquistam posição internacional ao aplicarem em suas gestões, políticas públicas baseadas na ISSO 37.122. A cidade de CURITIBA acaba de ser eleita a cidade mais inteligente do mundo no concorrido evento World Smart City Awards, em Barcelona, na Espanha. A capital paranaense foi vencedora na categoria Cidades, vencendo a finalistas Barranquilla (Colômbia), Cascais (Portugal), Izmir (Turquia), Makati (Filipinas) e Sunderland (Reino Unido). O prêmio, concedido pela Fira Barcelona, é considerado um dos principais do mundo no quesito inovação e cidades inteligentes. Entre as avaliações realizadas estão políticas públicas, programas, planejamento urbano, conectividade, sustentabilidade e ações de modernização. O Paraná é destaque nacional e internacional com cidades inteligentes, onde diversos municípios e ecossistemas de inovação são premiados. Neste ano, o Paraná também foi eleito o estado mais inovador e sustentável do Brasil, segundo o ranking Bright Cities. No Brasil, o Ranking Connected Smart Cities que é aplicado desde 2015, tem o objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no país, traz 10 eixos com 74 indicadores desenvolvidos pela consultoria Urban Systems, que qualificam as cidades mais inteligentes e conectadas do país. O estudo considera o “Conceito de Conectividade” sendo a relação existente entre os diversos setores analisados. O conceito de smart cities considerado entende que o desenvolvimento só é atingido quando os agentes de desenvolvimento da cidade compreendem o poder de conectividade entre todos os setores. Em 2023, o ranking apresentou um crescimento das cidades paranaenses nas pontuações frente aos indicadores do programa, conforme abaixo: Destaque para a cidade de LONDRINA, que apresentou um resultado muito positivo, passando para 19° do país e a 2° do Paraná, e, com crescimento contínuo nos últimos 3 anos, passando de 34° do país em 2021, para o 19° em 2023, é a melhor posição que uma cidade do interior do estado obteve desde 2015. Em se tratando da região Sul do país, Londrina estava em 10° em 2021 e agora chega a 5° posição. No ranking divulgado vale destaque para as cidades de PATO BRANCO e PINHAIS, que melhoram sua posição, passando de 77° para 34°, e 62 para 48°, e PONTA GROSSA, que, pelo segundo ano consecutivo, figura no ranking. Os piores desempenhos ficaram para as cidades de MARINGÁ, que caiu 23 posições no ranking nacional, passando da 20° posição para a 43°, e a cidade de FOZ do IGUAÇU, que foi da 35° posição para a 82°. O Ranking “Smart City” coordenado pela Urban Systems é uma boa oportunidade para as cidades direcionarem suas políticas públicas, e proporem ações que possam melhorar a vida das pessoas em relação a sua cidade, facilitando o acesso aos serviços que o município disponibiliza para o cidadão, e, consequentemente, melhorando a relação de valor do cidadão com a gestão pública.   Por: Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_                        luciorosas.com.br VEJA MAIS 10 de novembro de 2023 O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, ainda é relevante numa campanha? 8 de novembro de 2023 Em Maringá, Arena Sustentável trará inspiração e práticas para cuidar do planeta. 31 de outubro de 2023 O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, ainda é relevante numa campanha? 30 de outubro de 2023 Centro esportivo do Jardim Alvorada é reinaugurado 27 de outubro de 2023 Universidades estaduais têm 22 cursos de excelência no Guia da Faculdade do Estadão 2023ensino superior 25 de outubro de 2023 UEM se destaca mais uma vez, em ranking que avalia qualidade das universidades.

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