Maringá com Informação | Lúcio Rosas

Regiões Metropolitanas: Como integrar políticas públicas às expectativas das pessoas.

Regiões Metropolitanas: Como integrar políticas públicas às expectativas das pessoas. Na semana passada, examinamos os dados do Censo de 2022 e constatamos que as cidades menores estão apresentando um crescimento maior do que as cidades maiores, especialmente aquelas que formam uma área metropolitana. Após a análise, percebemos que o planejamento urbano tem uma relevância ainda maior, podendo se integrar a outras áreas do pensamento estratégico, como a saúde, a educação, a mobilidade, o meio ambiente e a publicidade.   É importante salientar que toda aplicação de políticas públicas requer uma regulamentação. No Estado do Paraná, existem quatro regiões metropolitanas regulamentadas, sendo elas: Curitiba (LCF n. 14/73), Maringá (LCE n. 83/98), Londrina (LCE n. 81/98) e Umuarama (LCE n. 149/12).   A lei complementar no 111/2005, bem como o Decreto Estadual 2.635/2015, que institui um comitê gestor para a implantação do Estatuto da Metrópole no estado, incluem secretarias integradas na discussão, tais como a Infraestrutura e Logística, o Desenvolvimento Urbano, a Ciência, Tecnologia, o Meio Ambiente e os Recursos Hídricos, e a Secretaria de Estado do Planejamento.   Dessa forma, é perceptível que, levando em conta a legislação em vigor, os dados do Censo 2022 em evidência e a realidade do crescimento das cidades menores das Regiões Metropolitanas, é crucial que essa discussão se torne efetiva, prática e eficaz, a fim de evitar o perigo de se tornar uma discussão “natimorta”. LOR.   A gestão com base no ESG é uma abordagem de governança que se destaca no setor privado e está ganhando espaço no setor público, podendo ser a base para as atividades deste comitê gestor.   O ESG visa não somente prevenir a degradação dos recursos naturais, mas também combater a falta de políticas sociais corporativas e de gestão transparente.   Como qualquer outra área urbana, as metrópoles são afetadas por uma complexa rede de fatores ambientais, sociais e de governança (ESG). Uma proposta forte e integrada de ESG pode aumentar a cidade e a região, inclusive tendo um impacto ordenado no crescimento dessas cidades, conforme o último Censo.   São inúmeros os projetos que beneficiam uma região metropolitana, como os critérios ambientais “E” de meio ambiente, que abrangem a energia e os resíduos, além de cobrir as emissões de gases de efeito estufa e as alterações climáticas.   Os critérios sociais incluem a cidade e a reputação que você tem junto às pessoas e instituições das comunidades onde trabalha. Também incluem relações de trabalho e temas como diversidade e inclusão, importantes para uma sociedade ampla e diversificada.   A governança (G) é o conjunto de práticas, controles e procedimentos adotados pelas prefeituras para a administração, tomada de decisões corretas, cumprimento da legislação e atendimento às necessidades dos públicos externos.   Além disso, as cidades metropolitanas podem se inspirar nas políticas adotadas por outras cidades ou regiões metropolitanas. Vejam o exemplo da cidade de Cianorte, que oferece transporte público gratuito para os moradores e trabalhadores que moram em outras localidades. Além de Cianorte, outras cidades do Paraná também oferecem o serviço de transporte gratuito, como Clevelândia, Ibaiti, Ivaiporã, Matinhos, Paranaguá, Pitanga, Quatro Barras e Wenceslau Braz.   Na área de mobilidade urbana, há uma lei chamada Lei n. 12.587/13.01.12 que define as regras da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Desde abril de 2015, mais de 3.000 cidades tiveram que criar os seus próprios planos de mobilidade urbana para receber dinheiro do governo federal para projetos nesse sentido.   Assim, um plano de mobilidade de uma cidade pode ser feito com um plano de mobilidade de outra.   O Plano de Mobilidade da Região Metropolitana de Curitiba foi contratado pelo governo do Estado para aprimorar a qualidade de vida da população e criar uma estrutura de administração eficiente para os municípios envolvidos. O planejamento é uma exigência prevista no Estatuto da Metrópole (Lei Federal 13.089/2015), que estabelece diretrizes para o desenvolvimento sustentável das regiões metropolitanas.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     @maringacominformacao Foto: Arquivo Canvas VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Cidades menores crescem mais que as cidades maiores.

Cidades menores crescem mais que as cidades maiores. O que podemos aprender com os dados do Censo 2022?  Eles podem contribuir com a gestão pública ! O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou a divulgação dos dados do Censo 2022, onde já é possível notar um considerável crescimento de pequenas cidades, sobretudo no entorno das regiões metropolitanas. É um reflexo de diversas dimensões que requerem uma análise mais aprofundada e integrada no que diz respeito às políticas públicas. Isto terá um impacto direto nas estratégias de marketing e comunicação das organizações. A expansão populacional nas regiões metropolitanas do Paraná foi de 9,5%, contra 6,5% da média nacional. No entanto, o aumento populacional das cidades do entorno foi maior do que o aumento populacional das cidades consideradas capitais de cada região metropolitana. O IBGE / Censo 2022 revelou um crescimento populacional de apenas 1,2%, enquanto cidades vizinhas, como Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, aumentaram a sua população de 81,7 mil para 148,9 mil habitantes nos últimos 12 anos, o que representa o segundo maior aumento proporcional entre os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. A área metropolitana ainda conta com a cidade de São José dos Pinhais, que teve um aumento populacional de 24,6%, alcançando um total de mais de 329,2 mil habitantes. Cascavel, a maior cidade da região sudoeste do Paraná, teve um crescimento de 17,8% em relação ao Censo de 2010, chegando a 348,5 mil habitantes. Além disso, outras cidades como Toledo cresceram 26,11%, com 150,7 mil habitantes. Na região, a cidade de Cafelândia cresceu 29,6% e é uma das maiores do Estado. Na Região Metropolitana de Maringá, por exemplo, o crescimento da Cidade Canção foi de 14,7%, passando para 409,6 mil habitante. No entorno, há o crescimento de Floresta, com 76,3%, e de Mandaguaçu, com 69,3%. Além disso, sarandi cresceu 42%, passando para 118,4 mil habitantes. Apenas a Região Metropolitana de Londrina teve um crescimento inferior ao da média do Paraná, com 8,86%. Já na região dos Campos Gerais, a cidade de Ponta Grossa cresceu para 358,3 mil habitantes, um aumento de 17,8%. As cidades que ficam na região, mas não no entorno de Ponta Grossa, como Imbaú (23,9%) e Carambeí (21,5%), mostram o mesmo crescimento que as principais cidades. Vale ressaltar a relevância das cidades de Telêmaco Borba, Castro e Prudentópolis para o setor econômico do Estado, que estão nessa região. Assim, as administrações das principais cidades devem prestar mais atenção aos números, analisá-los para compreender esse movimento, estabelecer conexões com as pessoas para compreender suas expectativas e desejos, e, de fato, implementar políticas públicas que atendam à qualidade de vida da população, que, conforme o Censo 2023, sofreu uma redução de quase 30%, conforme indicado pelo Índice de Perda de Qualidade da Vida (IPQV). As principais cidades estão, de forma equilibrada e integrada, apresentando todos os indicadores sobre qualidade de vida? Encontrar as razões para esse movimento pode ser uma importante contribuição da sociedade civil organizada para as gestões públicas, que estão em final de mandato e ainda enfrentam o sistema burocrático. As análises abordam tópicos como a crise imobiliária que impede o acesso das classes menos favorecidas, o alto preço dos combustíveis em determinadas regiões, os preços nos supermercados e nas lojas, a influência do agronegócio, além do impacto do envelhecimento da população, a desigualdade que só aumenta e, sobretudo, o comportamento associativista que algumas regiões apresentam como seus diferenciais. “As cidades devem procurar por premiações regionais, e não apenas individuais, pois, arriscam ser as melhores em certos setores, e terem em seu entorno uma região oposta ao brilho de seu prêmio”. LOR. São situações que interferem diretamente na vida das pessoas e requerem do gestor maior e mais cuidado com políticas públicas e tomada de decisão de investimento em qualquer nível de governo ou da iniciativa privada. Mas, como o Marketing pode contribuir com isso? Em Marketing, as políticas públicas são denominadas de produtos/serviços e são administradas visando causar um impacto imediato nas pessoas. Dessa forma, a população devolve à gestão um significado, denominado valor, que pode ser positivo ou negativo. Para ter bons resultados, é preciso ter uma boa estratégia de marketing. O Marketing pode ser útil para o gestor público na elaboração de ações que atinjam as famílias brasileiras, buscando encontrar diferentes programas que afetem o seu dia a dia, como as áreas da segurança, saúde, mobilidade e educação, pois são áreas que provocam um significado na mesma velocidade da sua aplicação. Uma experiência interessante é a de que a Prefeitura de São Paulo, em vez de criar diversas secretarias, uniu diversos departamentos em uma única Secretaria e criou a Secretaria de Projetos Especiais, que abrange os setores de planejamento, finanças, engenharia e marketing, otimizando a atividade dos envolvidos, propondo e executando obras e ações integradas. O maior ganho é que todos estão focados em um único objetivo, as pessoas. Os Projetos Especiais são considerados de extrema importância e requerem a participação de diversos especialistas antes de serem definidos. A discussão não ocorre de maneira isolada, com a obrigação de atender ao maior número de pessoas por meio de diversos serviços integrados. Essa visão integrada é uma atribuição de marketing, e atualmente desempenha uma função estratégica e regencial, que antecede as ações de comunicação. O papel do Marketing tem se tornado fundamental em qualquer administração, uma vez que ele trata das conexões entre marcas e indivíduos, e da criação de significado entre elas. A comunicação é uma ferramenta que potencializará essa relação. Mais informações no site Panorama do Censo 2022. (PAEN) https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     @maringacominformacao Foto: @thiagolouzada_ VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade … Read more

Você utiliza apenas a sua intuição para analisar o que está ao seu redor? A tecnologia IA pode te ajudar!

Foto: Arquivo Canvas Você utiliza apenas a sua intuição para analisar o que está ao seu redor? A tecnologia IA pode te ajudar! Para auxiliar nessa reflexão, vamos abordar hoje o tema central, a Inteligência Artificial — IA, e como ela interfere na cultura organizacional, seja privada ou pública, sobretudo para os gestores onipotentes, aqueles que apostam exclusivamente na sua intuição e na sua suposta soberania intelectual de articulação.   O mundo está mudando constantemente e para se adaptar às mudanças é preciso mudar os conceitos antigos e usar a tecnologia e recursos que auxiliam as estratégias a funcionarem bem. A sociedade está mudando e tornando-se instável.   Os dados passaram a ser o combustível da “Era da Informação”, e, com eles, podemos calcular os resultados de qualquer ação tomada pelo homem, não somente quantitativos, mas também analisar o sentimento codificado em cada postagem nas plataformas digitais.   Um grande envolvimento pode não expressar o verdadeiro sentimento das pessoas em relação a uma determinada marca, pessoa ou organização. O exemplo é quando uma postagem atinge muitos seguidores, recebendo muitas curtidas, comentários e compartilhamentos, mas o conteúdo dessa reação, de fato, está refletindo um sentimento de sátira, desprezo, nojo, inconformidade, dentre outros. Dessa forma, pode-se dizer que houve um grande engajamento, mas o resultado foi negativo.   A inteligência artificial ajuda a entender melhor as estratégias, como analisar dados que antes não eram visíveis. Isso nos ajuda a prever o que acontecerá no mercado e planejar investimentos. Isso é feito com dados e ajuda a identificar padrões e tendências que não são fáceis de perceber.   Visando aumentar as conversões, as organizações brasileiras investem em inteligência artificial para estarem mais próximas dos seus clientes e potenciais clientes. Segundo uma pesquisa global conduzida pela International Business Machines Corporation (IBM), em 2022, cerca de 41% das companhias brasileiras empregaram Inteligência Artificial nas suas atividades diárias. Conforme as previsões do setor de tecnologia, as soluções de automação inteligente ultrapassarão US$ 1 bilhão no Brasil em 2023, representando um aumento de 33% em relação ao ano anterior, o Estudo da International Data Corporation (IDC). Entre os destaques para o setor estão o uso de Inteligência Artificial (IA) e a nuvem.   Assim, a inteligência artificial auxilia na compreensão mais aprofundada do sentimento das pessoas, afetando inclusive a maneira como se comunica com elas, utilizando dados como guia para escolher assuntos relevantes, mas relevantes para a população, transformando temas considerados problemáticos em campanhas.   O prefeito atual de Florianópolis, @topaziofloripa, é competente ao expor um problema criado pela prefeitura como uma oportunidade de engajamento positivo. Ao analisar a reforma de uma rua que teve um poste no meio dela, ele tem em vista explicar o problema e apresentar uma solução, demonstrando humildade e empatia, criando uma conexão emocional positiva com a população e, consequentemente, gerando engajamento relevante. Isso se dá porque a inteligência artificial — IA, identifica o sentimento da população e mostra o caminho para suprir esse descontentamento, que é se colocar na posição dessas pessoas. Dessa forma, basta usar uma narrativa adequada e gerar valor na relação.   Entretanto, o robô não precisa substituir o ser humano, já que a tecnologia expandiu a nossa capacidade de memória e processamento, permitindo-nos gerenciar as emoções codificadas nas reações digitais das pessoas. Isso pode auxiliar os profissionais a estabelecer conexões fortes com clientes e colegas, negociar de maneira eficiente e tomar decisões que considerem as necessidades e preocupações de todos os envolvidos, proporcionando uma compreensão mais aprofundada dos produtos/serviços oferecidos e a sua influência na vida das pessoas.   “Para não ser substituído por um robô, não seja um robô”. Martha Gabriel. Ao integrarmos a inteligência artificial — IA com a inteligência humana, é possível obter um profissional equilibrado e completo, capaz de tomar decisões mais acertadas, construir relacionamentos mais sólidos e obter resultados superiores para si e para os seus clientes.    Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     @maringacominformcao VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Melhor resultado da história de Maringá em exportações é impulsionado pelo agronegócio

Melhor resultado da história de Maringá em exportações é impulsionado pelo agronegócio Maringá cresce de forma acentuada e com economia em acelerado desenvolvimento, o que consolida a cidade como a ′capital do interior′. Os excelentes indicadores econômicos são resultados de políticas públicas que garantem um ambiente favorável e desburocratizado para os negócios, reforçando o potencial cooperativista e a produção agrícola local. O agronegócio, por exemplo, tem papel fundamental no recorde histórico em exportações registrado por Maringá no primeiro semestre deste ano. O produto mais exportado em Maringá é a soja, com 64% de participação nos resultados. O grão foi responsável, sozinho, por US$ 1,021 bilhão do saldo total de US$ 1,6 bilhão em exportação registrado no primeiro semestre, entre os meses de janeiro e junho. O segundo produto mais exportado é o milho, com 19% de participação e acumulado de US$ 298 milhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os dois principais produtos mais exportados representam a força do agronegócio e do cooperativismo na cidade. “Maringá tem no DNA a essência cooperativista e a união entre as pessoas. Um dos exemplos é a Cocamar, considerada um dos maiores e mais diversificados parques industriais do cooperativismo brasileiro”, afirmou o prefeito Ulisses Maia. A soja, por exemplo, é o principal produto recebido pela cooperativa. Apenas neste ano, impulsionada pelas expectativas positivas para a safra do produto, a cooperativa planeja ampliar em 24,5% o faturamento. “A produção agrícola somada a força do cooperativismo coloca a cidade em posição de destaque e competitividade no cenário estadual e nacional”, destacou o prefeito Ulisses Maia. No primeiro semestre deste ano, Maringá figura como a 2ª cidade do Paraná que mais exporta, atrás apenas de Paranaguá, onde está um dos maiores portos do País no embarque de grãos, farelos, entre outros. Os excelentes resultados consolidam a cidade como polo do agronegócio, propulsor da economia local e que tem impacto nos setores da indústria e serviço. A união de esforços entre poder público e setores da economia, sempre com olhar no desenvolvimento social, é o que faz de Maringá uma das melhores cidades do Brasil para viver, visitar e investir.  Por: Murilo Saldanha / PMM Imagem: Paraná Cooperativo / Freepik VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

A Inflação no Brasil no 1º semestre de 2023: o que explica a queda recente?

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Inflação no Brasil no 1º semestre de 2023: o que explica a queda recente? A inflação é um fenômeno econômico que afeta diretamente a vida de todos os brasileiros. Acompanhar a dinâmica dos preços e entender os fatores que impulsionam a inflação é essencial para compreendermos o cenário econômico do país. Neste artigo, vamos explorar a inflação no Brasil no 1º semestre de 2023, analisando os principais fatores que influenciaram a inflação nesse período e quais as perspectivas para o final de 2023. No último dia 11 de junho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado para o mês de junho/23 na qual a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu -0,08%, uma redução de 0,31 pontos percentuais (p.p.), face um aumento 0,23% em maio. Essa é a menor variação para o mês de junho desde 2017, quando o IPCA registrou uma queda de -0,23%. No ano de 2023, o IPCA acumula alta de 2,87% e nos últimos 12 meses, uma alta de 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em relação ao ano passado, em junho de 2022, o IPCA registrou um aumento de 0,67%. Esses resultados mostram uma redução da inflação, sendo esse o primeiro registro de deflação no ano de 2023, conforme mostra o gráfico a seguir:   O gráfico mostra claramente uma tendência da queda da inflação a partir de fevereiro de 2023, mês após mês até obtermos a primeira deflação no ano. Mas caro leitor, duas perguntas devem ser feitas para entender a queda recente da inflação no Brasil: 1) Quais grupos do índice de preços contribuíram para essa queda recente do IPCA?; e 2) Quais fatores econômicos fizeram com que a inflação cedesse tão rápido em tão pouco tempo? Para responder a primeira pergunta, deve-se analisar o comportamento dos principais grupos que compõem o IPCA.   Conforme mostrado no gráfico, 9 são os grupos que compõem a cesta básica do IPCA. O grupo Educação mostrou uma forte elevação no mês de fevereiro por conta do reajuste das mensalidades escolares, compactuadas em contrato e é um dos grupos com maior elevação no primeiro semestre do alto, com uma alta acumulada de quase 7%. O grupo Saúde e Cuidados Pessoas seguido do grupo Comunicação foram os grupos que acumularam as maiores altas no semestre, de 4,86% e 3,76%, respectivamente no 1º semestre. Entretanto, alguns grupos, que tem um peso maior na cesta do IPCA mostram uma alta bem menor do que a média nacional. São eles: Vestuário (1,41%), Alimentos e Bebidas (1,02%), Artigos de Residência (0,06%), compondo quase 30% do IPCA. As maiores quedas sentidas pelo consumidor foram nos Alimentos e Bebidas com forte redução no preço do óleo de soja (-24,52%), tubérculos, raízes e legumes (-7,88%) e carnes (-5,85%), Os grupos Transportes (2,60%) e Despesas Pessoais (2,78%) se mantiveram na média do IPCA. Logo meu caro leitor, as maiores quedas sentidas foram no quesito alimentação que contribuiu muito para a redução rápida da inflação. Mas ainda falta responder a segunda pergunta: Quais fatores econômicos fizeram com que a inflação cedesse tão rápido em tão pouco tempo? Para responder a essa pergunta primeiro, precisamos entender a dinâmica entre algumas variáveis econômicas. Duas variáveis econômicas têm grande capacidade de influenciar a inflação no Brasil: taxa de juros e taxa de câmbio. Na primeira relação, a taxa de juros é o principal instrumento que a autoridade monetária (que no caso brasileiro é o Banco Central do Brasil – BCB) tem para trazer a inflação para o centro da meta de inflação estipulada. Isso ocorre atualmente porque o Brasil tem mantido taxa de juros básica da economia brasileira (também conhecida como taxa SELIC) num patamar elevado e quando a taxa de juros está alta, o acesso ao crédito se torna mais caro e restrito, desacelerando o consumo e reduzindo a pressão inflacionária. Atualmente a taxa SELIC está em 13,75% a.a., bem acima da média mundial. Outro fator determinante é a taxa de câmbio. No 1º semestre de 2023 a taxa de câmbio brasileiro se valorizou fortemente passando de R$/US$ de 5,25 para aproximadamente R$/US$ 4,80, que pode beneficiar o consumidor, tornando os produtos importados mais acessíveis e reduzindo a pressão inflacionária. Encontrar o equilíbrio entre essas variáveis não é uma tarefa fácil. A política monetária, que envolve o controle da taxa de juros, e a política cambial são instrumentos utilizados pelo governo para controlar a inflação. Aumentar a taxa de juros, por exemplo, pode ajudar a conter a inflação, mas também pode desacelerar a atividade econômica e aumentar o desemprego. É importante ressaltar que controlar a inflação é essencial para preservar o poder de compra da população e manter a estabilidade econômica. A inflação alta prejudica os mais pobres, pois eles têm menos capacidade de lidar com o aumento dos preços. Além disso, a inflação descontrolada pode minar a confiança dos agentes econômicos e afetar negativamente os investimentos e o crescimento econômico. Dessa forma, é necessário adotar uma abordagem equilibrada e cuidadosa para controlar a inflação no Brasil. O Banco Central, responsável pela política monetária, precisa avaliar constantemente os diferentes fatores que afetam a inflação e tomar decisões baseadas em análises detalhadas. Mas então, o que esperar para o 2º semestre de 2023 em termos de inflação, taxa de juros e taxa de câmbio? O Boletim Focus do Banco Central pode nos dar uma pista. Segundo esse boletim, o mercado tem uma expectativa de inflação para 2024 em torno dos 4,95% a.a bem mais próximo da meta que é de 3,25% a.a. do que o estimado no inicio do ano que era algo em torno de 6% a.a. Já pra taxa Selic espera uma redução para 12% a.a. e a taxa de câmbio na casa dos R$/US$ 5,00. Números promissores para uma economia que precisa crescer e se desenvolver para gerar emprego e renda. Contudo, isso acontecer de fato, é preciso paciência e vigilância por parte do Banco Central. … Read more

As organizações estão preparadas para a nova ordem social, econômica e política, em Tempos Líquidos?

As organizações estão preparadas para a nova ordem social, econômica e política, em “Tempos Líquidos”? Nos conteúdos anteriores, abordamos a possibilidade de incompreensão por parte dos gestores em relação à aplicação do Marketing e da Comunicação nas decisões organizacionais, bem como a teoria da “Miopia de Marketing” (Levitt, 1960), na qual os gestores concentram as suas estratégias nos seus produtos/serviços em detrimento das necessidades reais das pessoas. Neste cenário, fica claro que as pessoas devem ser o foco de qualquer estratégia, pois são esses “CLIENTES” que garantirão o objetivo desejado de qualquer tipo de organização.   Dessa forma, apresentamos, nesta reflexão, a necessidade de compreender o que as pessoas pensam atualmente, qual a compreensão de sociedade e valores que possuem, para podermos, de fato, tomar uma decisão estratégica assertiva de Marketing e Comunicação.   Sendo assim, é importante incluirmos nesse conteúdo Zygmunt Bauman, filósofo e sociólogo polonês que faleceu em 2017, que nos deixou uma das mais relevantes reflexões sobre as relações sociais, econômicas e de produção, e como se tornaram frágeis, fugazes e maleáveis, como os líquidos, no que chamou de “Modernidade líquida”.   A partir do século XX, percebe-se uma mudança na estrutura social, passando de um modelo de produção para uma sociedade do consumo, caracterizada por uma intensa produção de mercadorias e bens, aliada a uma rápida evolução tecnológica, o que causou uma ruptura nos padrões sociais, econômicos e políticos existentes, bem como uma alteração nas ideologias e nos paradigmas existentes.   Segundo Bauman, a revolução do consumo é caracterizada por um aumento constante de desejos, com o objetivo de garantir a segurança do consumidor.    Surge uma fase em que as pessoas se sentem perdidas diante de tantas mudanças, e elas próprias começam a se desfazer de certos valores e modifica-los, inclusive, dando uma nova tradução ao conceito de felicidade, que deixa de ser subjetivo e passa a ser mensurável por objetos e significação.   Como podemos ligar o Marketing e a Comunicação à nova ordem social, econômica, política e tecnológica?   O Marketing precisa estar sempre atualizado e usar ferramentas para criar informações importantes sobre o mercado e as pessoas. Isso pode ajudar a criar produtos e serviços que atendam às necessidades das pessoas. A Comunicação segue o mesmo caminho, embora mais dispersa em função do surgimento de novos grupos, mas ainda mais eficaz em relação ao alcance desejado. Vejamos dois exemplos de empresas, NETFLIX e SPOTIFY. O STREAMING é um dos mais populares formatos de mídia, tanto vídeo quanto música. É importante entender como essas plataformas oferecem esse serviço para entender melhor o público.   Nesse estudo, a SPOTIFY é a plataforma de streaming mais utilizada, consumindo, em média, 13h26min de áudio por mês. A NETFLIX é a líder em acesso (desktop + mobile), com média de 50 milhões de visitantes únicos e 350 milhões de visualizações de vídeos por mês. 45% dos usuários de internet concordam que os serviços de STREAMING de TV mudaram o modo de ver a televisão, e 30% assistem mais à televisão do que antes por conta desses serviços.   São tendências que devem ser monitoradas para que as decisões estratégicas estejam direcionadas ao que o público-alvo deseja e percebe, e não apenas o que as organizações desejam e podem oferecer. Dessa forma, profissionais qualificados, aliados a softwares inovadores, são cada vez mais requisitados em qualquer equipe de marketing e comunicação, uma vez que a intuição não é mais suficiente para garantir os resultados desejados pelas organizações.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_      @maringacominformacao   Dicas para leitura sobre o tema: BAUMAN, Z. A Arte da Vida. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2009 BAUMAN, Z. Vida para o consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Editora Zahar 2008. BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Tradução de Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Pessoas não compram coisas, compram soluções para seus problemas

Pessoas não compram coisas, compram soluções para seus problemas Na semana passada, discutimos a diferença conceitual e prática entre Marketing e Comunicação, e o quão prejudicial pode ser para a imagem de uma empresa quando o produto/serviço não atende às expectativas dos indivíduos que foram influenciados pela mídia.   O problema de não conseguir vender bem e se comunicar bem pode estar na forma como as empresas trabalham. Theodore Levitt chama isso de “MIOPIA DE MARKETING”, que é quando as empresas focam mais nos produtos e serviços do que nos clientes.   Atualmente, pode-se dizer que é quando o gestor concentra a sua atenção na sua reputação antes de gerar autoridade.   Para um gestor de marketing no início do século XXI, a atenção às necessidades dos clientes é indispensável para qualquer negócio, e Levitt (1990), através de suas publicações, influenciou os conceitos a respeito do marketing nesse sentido.   Hoje em dia, há muitas ferramentas tecnológicas que ajudam a entender o mercado, mas muitas vezes o gestor não usa essas informações para fazer o seu marketing. Isso pode causar problemas e criar uma imagem má.   “ O futuro pertence àqueles que enxergam as possibilidades antes que elas se tornem óbvias, e, de fato, reúnem recursos e energia para conquista-las ou evita-las”. Theodore Levitt.   Levitt (1990) afirma que as pessoas recebem constantemente abundância de opções para ajudá-las a resolver os seus problemas, e que elas não compram coisas, compram soluções para os seus problemas.   Há diversos casos de alteração de posicionamento e até perda de mercado, por falta de gestão de marketing e comunicação. Vejam o exemplo da VARIG, que já foi considerada uma das melhores e mais conhecidas companhias aéreas do mundo. Era reconhecida pelo atendimento aos passageiros e pela tranquilidade que proporcionava em suas viagens. Os cuidados com os funcionários e o treinamento de excelência também eram apontados como pontos fortes da empresa, no entanto, a empresa se perdeu em sua gestão financeira e os clientes começaram a perceber uma diminuição na qualidade dos serviços prestados por esta empresa. Novos concorrentes surgiram no mercado de aviação civil, com propostas mais vantajosas, o que resultou na perda de uma grande parte dos passageiros que havia conquistado, até que, em 2006, a empresa entrou em processo de recuperação judicial.   Os tempos mudaram, estamos na era do Marketing Digital, que oferece diversas novas ferramentas para o desenvolvimento de estratégias de sucesso, como as redes sociais, a busca, a plataforma móvel, displays digitais, entre outras, o que é benéfico para os gestores que não têm “Miopia de Marketing” para entender o seu público-alvo. Dados, que se transformam em informações acionáveis, permitem uma maior precisão nas estratégias, e se antecipam ao que realmente importa, sendo uma solução para as pessoas, e não um problema.   Seremos “MÍOPES” diante desses novos cenários em constante evolução?   Na próxima semana, vamos falar sobre “modernidade líquida”, que é quando as pessoas moldam a sociedade de acordo com as suas próprias características e a forma como elas interagem, incluindo as econômicas.   Prof. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias @lucio_rosas_ @maringacominformacao VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Sancionada a Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado para 2024

Foto: José Fernando Ogura/ANPr Sancionada a Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado para 2024 O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou na sexta-feira (14), antes da missão internacional para o Canadá e os Estados Unidos, o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 e seus anexos , que contém as metas fiscais, perspectivas da economia e riscos fiscais. Os deputados estaduais apresentaram 182 emendas ao texto original e 127 foram acatadas.  A LDO prevê uma receita total de R$ 63,7 bilhões. O valor é 12,6% maior do que o estimado no orçamento deste ano, de R$ 56,6 bilhões.   O aumento leva em consideração o crescimento econômico do Estado, representado pelo avanço do PIB local, amparado pela maior safra da história em 2023, e a inflação, que impacta nos bens de consumo tributados.   As despesas correntes vão ficar em torno de R$ 55,8 bilhões, sendo R$ 37,4 bilhões de pessoal e encargos, além de despesas de capital e investimentos em todas as principais áreas, com a continuidade de programas em andamento e expansão do atendimento em saúde, educação, segurança pública, sustentabilidade, desenvolvimento social, infraestrutura, entre outros.  Segundo a LDO, parte do orçamento é dividida com outros Poderes: o Poder Legislativo ficará com 5%, sendo 1,9% destinado ao Tribunal de Contas; o Poder Judiciário terá 9,5%; o Ministério Público, 4,2%; e a Defensoria Pública, R$ 100,1 milhões – nesse último caso, o texto autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares no orçamento da Defensoria Pública do Paraná para execução de políticas públicas em conjunto com a Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa e/ou interiorização das atribuições legais da instituição.  As metas e prioridades para 2024 serão estabelecidas no Projeto de Lei do Plano Plurianual, relativo ao período de 2024 a 2027, que será encaminhado para apreciação da Assembleia Legislativa até 30 de setembro de 2023. Ele já passou por consulta pública online e agora está recebendo contribuições de todas as microrregiões do Estado por meio de um programa itinerante da Secretaria de Planejamento.   Por: aen.pr.gov.br / Publicação 17/07/2023 – 12:30 VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Estacione Legal tem modernas viaturas para controlar o trânsito de Maringá

Foto: Rafael Macri Estacione Legal tem modernas viaturas para controlar o trânsito de Maringá Com o novo EstaR, modernizado pela gestão municipal, os motoristas ganharam mais facilidade com novos formatos para pagamento e aplicativo intuitivo para acesso ao sistema. Além dessas ferramentas, o EstaR contará com dois veículos equipados com câmeras para auxiliar os agentes na fiscalização do estacionamento rotativo. As viaturas, que não aplicam multas, começam a circular em fase de testes nesta terça-feira, 18.      Com quatro câmeras, instaladas no teto e capazes de captar imagens quase em 360º, sistema de GPS e software, o carro apenas identificará os veículos estacionados de forma irregular. Na sequência, os agentes serão comunicados para verificarem a situação.     “Os agentes serão comunicados pelo software do EstaR e vão se deslocar até o local. Com essa ferramenta, vamos otimizar o trabalho e garantir ainda mais eficiência, já que os orientadores vão focar apenas nos pontos em que há comunicação de veículo estacionado de forma irregular”, afirma o secretário de Mobilidade Urbana, Gilberto Purpur. Ele explica que a viatura também poderá identificar, por meio do registro de placas, veículos roubados ou furtados. Nestes casos, as forças de segurança serão comunicadas sobre a ocorrência.      “A solução foi adotada em algumas cidades e, muito mais que ajudar na fiscalização do estacionamento, poderá ter um papel fundamental para a segurança da cidade. É importante destacar que o veículo não aplica nenhum tipo de multa, nem de estacionamento, muito menos de IPVA ou licenciamento atrasados”, explica o secretário de Mobilidade Urbana, Gilberto Purpur.    Por: Murillo Saldanha / PMM VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Existe diferença entre Marketing e Comunicação?

Existe diferença entre Marketing e Comunicação? Acredito que todos saibam a diferença de Marketing e Comunicação, certo?   Está errado, podem acreditar, ainda há dúvidas de conceitos e aplicação dessas ferramentas de relacionamento entre pessoas. Após anos de experiência na gestão da comunicação em diferentes ambientes organizacionais, é possível notar que é comum haver dúvidas quanto ao momento e à forma de usar o marketing e a comunicação para construir valor e reputação de uma marca.   Para muitos, marketing é venda e comunicação é propaganda. Outros afirmam, ainda, que é o mesmo. De fato, elas estão em conexão, caminham juntas, mas possuem táticas e conceitos distintos numa relação de TROCA. Não se trata de uma receita pronta, mas sim de ingredientes para uma receita específica, sendo, portanto, crucial a criatividade estratégica na sua elaboração e execução.   O cenário a ser aplicado deve-se tornar mais direto, uma vez que o ambiente em questão é caracterizado pela produção de CONEXÃO entre pessoas, sejam elas físicas, jurídicas ou até governamentais. Sim, o marketing é quando uma marca e as pessoas se relacionam, seja entre marcas e pessoas, ou entre marcas e o governo, ou ainda entre governo e pessoas.   Isso acontece quando uma marca quer vender um produto, um governo atender os cidadãos com políticas públicas, ou alguém que queira se aproximar de outra pessoa, nessas e outras situações, haverá uma premissa de INTERESSE entre aquele que quer ser visto e aquele que ainda não o conhece.   Sim, partimos do princípio de que, numa relação, sempre haverá alguém que toma uma atitude.Entretanto, é nesse ponto que surgem dúvidas, como, por exemplo:   Qual o caminho (estratégia) tomar para que o “produto” tenha significado para as pessoas?   Como ser relevante, ao ponto de se estabelecer uma relação de valor?   Bem, é aí que começa o marketing, analisando uma oferta (produto ou serviço) como uma solução para a vida das pessoas. Se, de fato, o produto oferecido atende às expectativas apresentadas, temos um cenário propício para o surgimento de um relacionamento.   Nesse momento, os especialistas costumam achar que é só aplicar a comunicação que as pessoas “comprarão” o que se oferece, ledo engano.   É preciso ter cautela neste momento, pois o marketing se concentra na criação de processos que tornem um produto, marca ou ideia relevante para a vida das pessoas. Ou seja, aquilo que as marcas estão propondo entregar, de fato, deve ser entregue e percebido como relevante por esse público-alvo.   A comunicação tem como objetivo aproximar essa oferta do público desejado, criando uma atmosfera positiva entre o que se promete e o que se deseja. Ela estabelece um sentimento de aproximação, fundamentado na verdade do que divulga, ou seja, a entrega deve estar de acordo com a comunicação empregada.   Não basta ter comunicação, se não há entrega verdadeira. Se isso ocorrer, as pessoas compreenderão como se estivessem sendo enganadas, e o resultado poderá ser devastadoAssim sendo, é importante lembrar que, se uma marca, organização ou quem assumir a iniciativa numa relação não estiver de fato comprometido com o que será oferecido, pode haver um sentimento de FRUSTRAÇÃO no outro, o que resultará em uma comunicação que não trará resultados e não estabelecerá conexões duradouras com essa marca.   Na realidade, se uma marca promete qualidade, ela precisa entregar qualidade. Se o serviço público promete saúde para a população, elas devem ser atendidas de forma digna quando precisarem, pois estamos lidando com os sentimentos das pessoas. Se algo não der certo, não há marketing e comunicação que resolva isso.   O problema talvez seja a “miopia de marketing” dos gestores, que trata da falta de dados no processo de marketing, ou ainda, a negação dos cenários apresentados acima, que é quando as marcas e organizações concentram-se em si mesmas, ao invés de se aterem ao mercado e às necessidades das pessoas, mas isso é um assunto para a semana que vem.   Prof. Lúcio Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias @lucio_rosas_   @maringacominformcao VEJA MAIS 24 de julho de 2023 5 mudanças na geografia do consumo e seus impactos no varejo 20 de julho de 2023 Consumo doméstico brasileiro cresce e deve atingir R$ 6,7 trilhões em 2023 19 de julho de 2023 A publicidade está tendo uma crise de alcance de público? 19 de julho de 2023 Resultado final de licitação confirma obra do novo Trevo do Catuaí, em Maringá. 19 de julho de 2023 Para implantar ′UBS Virtual′, Prefeitura abre edital para teste de soluções inovadoras na área da telemedicina 19 de julho de 2023 Regiões Metropolitanas: Como integrar políticas públicas às expectativas das pessoas.

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