Maringá com Informação | Lúcio Rosas

Setor de serviços cresceu 12,1% nos primeiros sete meses; turismo evoluiu 11,3% no Paraná

Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN Setor de serviços cresceu 12,1% nos primeiros sete meses; turismo evoluiu 11,3% no Paraná Resultado do setor foi o melhor da região Sul no período e o terceiro melhor do País, atrás apenas de Mato Grosso (17%) e Paraíba (13%). O resultado do turismo também foi o terceiro melhor do País, atrás apenas de Minas Gerais (18,7%) e Bahia (13,7%).   O setor de serviços cresceu 12,1% no Paraná nos últimos primeiros sete meses do ano, segundo levantamento da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   Esse foi o melhor resultado da região Sul no período e o terceiro melhor do País, atrás apenas de Mato Grosso (17%) e Paraíba (13%). A média nacional ficou em 4,5% no período. A comparação é entre janeiro a julho de 2023 com janeiro a julho de 2022.   A PMS também aponta um crescimento de 13,7% na variação mensal, entre julho do ano passado e julho desse ano, no Paraná, também o melhor resultado do Sul (o setor de Santa Catarina cresceu 8,9% e o do Rio Grande do Sul, 5,2%). No Brasil, o crescimento foi de 3,5%.    Os resultados ainda são expressivos no acumulado dos últimos doze meses. O setor que engloba atividades cotidianas como transporte, alimentação, salões de beleza e viagens alcançou crescimento de 8,6% de agosto de 2022 a julho de 2023 (comparativo com os mesmos doze meses anteriores), nono melhor resultado do País, atrás apenas de Mato Grosso (17,8%), Tocantins (14,1%), Paraíba (13,3%), Minas Gerais (10,4%), Roraima (10%), Maranhão (9,9%), Alagoas (9,5%) e Santa Catarina (9%). A média nacional ficou em 6% no período.   Os resultados dos primeiros sete meses foram influenciados pelo crescimento de serviços profissionais e administrativos, como publicidade, engenharia, arquitetura e agências de viagens (18,2%), serviços de transporte, como passagens aéreas, estacionamento de veículos, táxi, entre outros (14,1%), serviços de informação e comunicação, como operadoras de TV, programas de computador, atividades de rádio, edição de publicações impressas (5,5%), outros serviços, como manutenção e reparo, aluguel de imóveis e reciclagem (4,5%) e serviços prestados às famílias, como hotéis, cabeleireiros, parques temáticos e lavanderias (3,4%). A relação completa dos setores pode ser consultada AQUI.   Em todo o território nacional, o setor de serviços alcançou em julho resultado 12,8% acima do patamar pré-pandemia de Covid-19, registrado em fevereiro de 2020, mas ainda 0,9% abaixo do maior nível da série histórica, alcançado em dezembro do ano passado.   TURISMO    Outro grande indicador do setor de serviços é o turismo. O segmento cresceu 11,3% no Paraná no acumulado do ano, melhor resultado do Sul (Santa Catarina fechou o período com 7,8% e o Rio Grande do Sul com 4,1%) e terceiro melhor do País, atrás apenas de Minas Gerais (18,7%) e Bahia (13,7%). A variação nacional ficou em 8,4% nos sete meses. No acumulado dos últimos doze meses, o setor registra 13,8% de aumento no Paraná e no comparativo de julho (mesmo mês de 2022 com o mesmo mês de 2023), a evolução foi de 2,8%.   Um dos grandes destaques do crescimento é o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. Ele recebeu 855.382 visitantes no primeiro semestre, 54% a mais do que em 2022 e quase igual ao mesmo período de 2019, melhor ano de visitação da história. A visitação do mês de junho em 2023 foi a melhor de todos os tempos, com 124.118 pessoas.   Para estimular ainda mais o setor a investir, a Fomento Paraná e a Secretaria do Turismo do Paraná estão percorrendo 31 cidades com a Caravana de Crédito Fomento Turismo. O lançamento foi no dia 12, em Jaguariaíva, nos Campos Gerais. Nesta quinta as equipes estão em Sengés. A caravana ainda passa por Carambeí, Castro, Tibagi, Guaíra, Medianeira, Mercedes, Guaratuba, Pontal do Paraná, Pinhais, União da Vitória, Antonina, Morretes, Paranaguá, Faxinal, Marilândia do Sul, Mauá da Serra, Piraquara, Quatro Barras, Carlópolis, Rio Azul, Capanema, Palmas e Sulina.   Segundo o IBGE, o segmento se encontra 6,2% acima do patamar de fevereiro de 2020 (começo da pandemia de Covid-19) e 1,4% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em fevereiro de 2014.   Por: Agência Estadual de Notícias – AEN – Publicado em: 14/09/2023 VEJA MAIS 19 de outubro de 2023 A satisfação das pessoas ainda é a melhor estratégia de Marketing 19 de outubro de 2023 Prefeitura inicia projeto para agilizar a entrega de próteses dentárias 16 de outubro de 2023 Discriminação Geracional no Marketing. É hora de falarmos sobre esse assunto 16 de outubro de 2023 Começam os trabalhos do Trevo Catuaí em Maringá. 4 de outubro de 2023 A Inteligência Artificial como reforço para a segurança nas escolas 29 de setembro de 2023 Nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Maringá

Agro e Marketing. Parte I – Negócios e Cooperativas

Agro e Marketing. Parte I – Negócios e Cooperativas Vamos abordar a relação do Marketing com o setor de Agronegócios a partir deste e dos próximos artigos. Mas, antes, vamos compreender como este setor se organiza com o foco no marketing. Não se trata de uma série, mas haverá alguns episódios.   Todo mundo sabe que o Brasil é o celeiro do mundo e que o Agronegócio impulsiona a economia brasileira, gerando desenvolvimento, renda e emprego para todas as regiões do Brasil.   Em termos de Agronegócio, compreendemos os produtores rurais, agricultores e pecuaristas do setor primário, as agroindústrias e os produtores de insumos do setor secundário e, ainda como setor terciário, a cadeia de distribuição e comércio, incluindo as exportações.   AGRONEGÓCIO NO BRASIL   Segundo um estudo realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor agropecuário brasileiro empregou 28,1 milhões de brasileiros em 2023, o que é um número recorde em 11 anos, representando 27% do total de empregos no Brasil. Além disso, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), estimou que a participação do agronegócio na economia brasileira seja de 24,5% em 2023, ligeiramente abaixo dos 25% registrados em 2022.   Dentre tantas pessoas trabalhadoras envolvidas, podemos focar no papel das COOPERATIVAS nesse hub de negócios. Afinal, elas são as principais responsáveis pela produção do setor. Desde que a primeira cooperativa surgiu no Brasil em 1.889, em Ouro Preto (MG), e, em 1902, com a primeira cooperativa de crédito, fundada no Rio Grande do Sul, o setor não parou mais, estando no topo da produção agrícola e pecuária mundial, seja na quantidade, na tecnologia e na diversificação da produção.   NO PARANÁ   As raízes do cooperativismo no Estado foram construídas pelos imigrantes, que, desde o início, tinham como valores a prática da cooperação. Dessa forma, organizaram a vida comunitária em estruturas baseadas em atividades em comum, como a aquisição e venda de produtos, bem como as necessidades de educação e lazer.   Após a proclamação da República (1889), o povoamento do interior do Paraná foi intensificado, onde diversos desbravadores, vindos de diferentes regiões do Brasil e de outros países, começaram a construir cidades e a sentir necessidade de um espírito cooperativista para garantir a prosperidade desejada. O cooperativismo passou a ser a diretriz de desenvolvimento, e, assim, em todos os cantos do Estado, o cooperativismo criou corpo e forma de organização e vida.    Em 2022, as cooperativas paranaenses atingiram o valor de 186 bilhões de reais, o que representa um terço do total de faturamento dessas organizações em todo o Brasil no mesmo período, que foi de 600 bilhões. Do volume faturado no Paraná, 85% são provenientes da agroindústria, 10% é do setor de crédito, 4% de saúde e 1% de outros segmentos.   Com um crescimento médio anual de cerca de 20% no Estado, as cooperativas agroindustriais devem aumentar ainda mais a sua liderança. Segundo a Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), a meta é chegar a R$ 200 bilhões de faturamento em 2023 e dobrar este volume nos próximos cinco anos.   Atualmente, o Paraná tem 11 (onze) cooperativas ligadas ao setor agroindustrial entre as 300 maiores do mundo. O dado é resultado de uma análise realizada pelo World Cooperative Monitor (Monitor Cooperativo Mundial), que identificou as maiores cooperativas em termos de volume de negócios sobre o PIB per capita do Brasil. As empresas que representam o Paraná nesse ranking são:   – Coamo (Campo Mourão) – (24ª) – C.Vale (Palotina) – (41ª) – Lar (Medianiera) – (49ª) – Cocamar (Maringá) – (73ª) – Copacol (Cafelândia) – (83ª) – Agrária (Guarapuava) – (108ª) – Integrada (Londrina) – (114ª) – Castrolanda (Castro) – (115ª) – Frimesa (Medianeira) – (119ª) – Frísia (Carambeí) – (139ª) – Coopavel (Cascavel) – (147ª)   O fato de todas estarem ligadas ao agronegócio ajuda a explicar a importância do setor para a economia do Paraná.   É importante destacar as Cooperativas de Crédito Sicoob (26.ª) e Sicredi (29.ª), bem como o Sistema de Saúde Unimed (4.ª), que obtiveram excelentes colocações no ranking, e com influência significativa no PIB brasileiro.   MARKETING NO AGRO   Se o Marketing é responsável pela administração de iniciativas que estabelecem conexões entre dois ou mais membros, ele tem o papel crucial de compreender o comportamento do cooperado e sua comunidade, sugerir mudanças em produtos e serviços, monitorar tendências e desenvolver a marca de maneira adequada para aprimorar o desempenho e aumentar os lucros das cooperativas.   Podemos, portanto, usar marketing nas cooperativas, através do conceito de Marketing Cooperativo, que é uma análise dos comportamentos do cooperado e do consumidor, em busca da satisfação, dos desejos e das necessidades dos clientes, através da criação, oferta e troca de produtos de valor para atingir metas organizacionais.   Nas próximas semanas, analisaremos como foram implementadas algumas ações de marketing de produtos e institucionais em algumas cooperativas, quais foram as estratégias e ações que ajudaram a aumentar as suas marcas e conquistar um espaço no mercado.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     luciorosas.com.br   Referências: Agência Estadual de Notícias – PR / www.monitor.coop / www.forbes.com.br Imagem: iStock VEJA MAIS 19 de outubro de 2023 A satisfação das pessoas ainda é a melhor estratégia de Marketing 19 de outubro de 2023 Prefeitura inicia projeto para agilizar a entrega de próteses dentárias 16 de outubro de 2023 Discriminação Geracional no Marketing. É hora de falarmos sobre esse assunto 16 de outubro de 2023 Começam os trabalhos do Trevo Catuaí em Maringá. 4 de outubro de 2023 A Inteligência Artificial como reforço para a segurança nas escolas 29 de setembro de 2023 Nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Maringá

Novo branding: como as marcas têm apostado nessa estratégia para crescer

Novo branding: como as marcas têm apostado nessa estratégia para crescer O branding evoluiu muito nos últimos anos com uso de tecnologia e a revolução das mídias sociais. Entenda como esse processo mudou a forma como enxergamos a estratégia.   Hoje, o branding não é um trabalho de mão única e tem como objetivo somar esforços com outras estratégias para impulsionar a performance das marcas.  Neste artigo, eu aprofundo essa discussão respondendo a algumas questões sobre o tema. O objetivo é entender qual é o papel do novo branding, seus desafios e como aproveitar tendências e oportunidades.   Qual é o papel do novo branding? O branding tradicional costumava ser um trabalho de via única. A empresa criava sua identidade, desenvolvia campanhas e as distribuía em canais como TV e mídia impressa, que eram consumidos de maneira passiva pelo público.   Com a evolução das redes sociais e um novo perfil de pessoas consumidoras, hoje é impossível fazer branding como uma ilha, sem a participação da sua audiência nessa construção de marca.   O novo público fomentado por essas redes tem um perfil de colaboração e participação. Por isso, é importante investir em ações que promovam engajamento e gerem conexões emocionais, que são tão importantes para o sucesso de uma marca no mercado atual.   Portanto, podemos dizer que o branding, hoje, é um processo de comunicação e relacionamento, muito menos arbitrário em relação à mensagem que chega ao seu cliente ideal. Muito mais do que se identificar com uma marca, o público quer fazer parte dela.   A relação entre o novo branding e crescimento de marca Se o mercado hoje é voltado para uma participação maior do público na construção coletiva de uma marca, podemos dizer que o branding tem muito mais influência no seu crescimento do que tinha décadas atrás.   Isso significa que o branding é mais importante do que nunca para o sucesso de um negócio. Nunca antes, a gestão de marca foi tão influente na decisão de compra dos consumidores.   Isto porque, hoje, quem compra possui muito mais informação e poder no processo de tomada de decisão. Todos estamos a uma pesquisa do Google de uma comparação de marcas concorrentes, a um clique de um vídeo feito por uma pessoa usuária de um produto ou uma reclamação na rede social.   Sem um branding adequado ao seu público e a essa realidade, fica mais difícil converter e fidelizar. E o novo papel do profissional de marketing nos resultados de negócio deve levar esses fatores em consideração.   Quais são os novos desafios do branding? Parte dos grandes desafios do novo branding estão relacionados a essa urgência em entender o público e traduzir seus valores e necessidades na criação da identidade da marca.   Hoje, as marcas veem a importância de acompanhar as mudanças da sociedade e do mercado, que acontecem em um ritmo muito mais acelerado.   As marcas do futuro devem ser tão dinâmicas quanto são as pessoas consumidoras do futuro. É preciso haver consistência em um trabalho de branding, mas é inevitável adaptar a linguagem, os interesses e as abordagens das marcas às mudanças do mundo, assim como o público faz.   Outro grande desafio ligado à gestão de marcas é a mudança significativa no papel do marketing, que está muito mais próximo de números e indicadores do que no passado.   Quem trabalha na área precisa ter uma visão mais aprofundada sobre performance e resultados. Uma mudança que exige visão mais clara de indicadores, comunicação constante e atuação rápida.    E o branding precisa acompanhar essa mudança. Marcas que viram seu orçamento em mídia paga encolher durante a pandemia investiram na gestão de marca e conseguiram manter indicadores positivos.   Isso mostra que o branding pode trazer resultados também a curto e médio prazo, mas é preciso mensurar e entender como essa estratégia é capaz de contribuir de forma efetiva para a performance das marcas.   Qual é o papel do conteúdo para um branding de sucesso? Apesar de ainda necessárias, táticas de marketing generalistas e passivas têm muito menos espaço na era digital e das redes sociais. A pessoa consumidora do futuro quer que a marca fale com ela e para ela, de maneira informativa e útil.   Estratégias de conteúdo proporcionam exatamente isso. São planos de elaboração e distribuição de material desenvolvido sob medida para um nicho de mercado ou perfil de cliente.   Se conteúdo é capaz de criar relacionamento e identificação, é uma ferramenta perfeita para consolidar o posicionamento de uma marca e navegar sobre as variações de demandas e tendências ao longo do tempo.    Uma boa estratégia de marketing de conteúdo tem o poder de aproximar pessoas em laços mais significativos, criando confiança e familiaridade com a marca. O caminho perfeito para modernizar o branding nessa nova era de comunicação.   Quais as tendências para o futuro? Falando em nova era, vamos pensar um pouco no futuro. O que você acha que será fundamental para o novo branding de sucesso?   A seguir, listei 3 tendências de marketing que demonstram muito potencial e podem ser utilizadas em estratégias de branding desde já.   Criação de comunidades digitais Não é de hoje que a criação de comunidades traz engajamento para as marcas. Ter por perto um grupo de pessoas que compartilham os mesmos interesses e se sentem ouvidas pode estreitar laços e estabelecer relações de reciprocidade.   No ambiente digital, não é diferente e as marcas encontram ainda mais oportunidades para aproveitar os benefícios dessa estratégia. Seja nas mídias sociais ou em plataformas próprias, como blogs e fóruns de discussão, manter uma relação próxima com o seu público-alvo tem se mostrado cada vez mais importante.   Fazer parte de uma comunidade online se provou ser uma estratégia benéfica para o ROI das empresas. É o que revela um estudo da Universidade de Michigan, que afirma que clientes gastam 19% mais depois de se tornarem membros da comunidade online de uma marca.   Estratégia de marca baseada em tecnologia Há algum tempo, o marketing … Read more

13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná O Paraná tem 13 cidades listadas entre as 100 mais competitivas do Brasil pelo Ranking de Competitividade dos Municípios, que analisa a qualidade dos serviços públicos nas cidades brasileiras. É o segundo melhor resultado do País, empatado com Santa Catarina e atrás apenas de São Paulo, que conta com 47 municípios.   Curitiba aparece em 6ª lugar no ranking. Também figuram na lista das 100 mais competitivas as cidades de Maringá (11ª posição), Londrina (26ª), Paranavaí (40ª), Pinhais (54ª), Cascavel (55ª), Francisco Beltrão (58ª), Pato Branco (62ª), Toledo (85ª), Campo Mourão (89ª), Ponta Grossa (96ª), Umuarama (97ª) e Araucária (100ª).   O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Gove Digital e a plataforma Seall.   Curitiba aparece em 6ª lugar no ranking, atrás de Florianópolis, São Paulo, Barueri, Porto Alegre e São Caetano do Sul. Também figura como a quarta melhor Capital.   A cidade de Maringá é a 11ª no ranking dentre as cidades avaliadas, mas a 1ª do Brasil dentre as cidades do mesmo porte, ou seja, até 500 mil habitantes.    Em sua quarta edição, o relatório incluiu 410 municípios com população acima de 80 mil habitantes, de acordo com os dados prévios do Censo Demográfico de 2022, coletados até 25 de dezembro do ano passado. Esse recorte representa 7,36% do total de municípios brasileiros, que concentram 60,19% da população do País.   O Centro de Liderança Pública divulgou também o Ranking de Competitividade dos Estados, que colocou o Paraná como o terceiro mais competitivo do Brasil, sendo o primeiro em sustentabilidade e o segundo em eficiência da máquina pública.   INDICADORES – O ranking analisou 65 indicadores, organizados em 13 pilares temáticos e três dimensões (Instituições, Sociedade e Economia). Ele avalia o desempenho das cidades em áreas como sustentabilidade fiscal, funcionamento da máquina pública, o acesso e qualidade da saúde e da educação, inovação, capital humano, entre outras.   Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, avançou oito posições a passou a ocupar a segunda colocação no indicador “saneamento”, liderando os índices de abastecimento de água, cobertura da coleta de esgoto, de coleta de resíduos domésticos e de destinação do lixo.   Dois municípios paranaenses aparecem entre os cinco melhores colocados no índice “acesso à saúde”: Pato Branco, no Sudoeste, ficou em segundo lugar e Toledo, no Oeste, em terceiro, após avançar duas posições. Enquanto Pato Branco apresenta excelente desempenho nos indicadores de cobertura da atenção primária e atendimento pré-natal, ficando na primeira colocação em ambos, Toledo se destacou pelo ótimo atendimento pré-natal (6ª colocação), além de manter bom desempenho em cobertura vacinal (11ª colocação).   Londrina, na região Norte, foi classificada em segundo lugar no pilar de funcionamento da máquina pública, com excelente desempenho em transparência municipal (1ª colocação) e em qualificação do servidor (5ª colocação).   Quinta colocada na dimensão “instituições”, Curitiba também figura no top 5 no funcionamento da máquina pública, além de ter registrado crescimento em capital humano, saneamento e inserção econômica.   Paranavaí, na região Noroeste, se destaca em qualidade da educação, com crescimento de 55 posições ante 2022, qualidade da saúde, com um salto de 77 colocações, e telecomunicações, com evolução de 21 posições.   Comparado com o ranking de 2022, Maringá subiu 4 posições. Com destaque no no indicador da Funcionamento da Máquina Pública, obtendo o 9ª lugar, 16ª em Inovação e Dinamismo Economico e 26ª na Qualidade da Educação.   Confira a página do Ranking de Competitividade dos Municípios AQUI e o relatório completo AQUI .   Por: Agencia Estadual de Noticias – Publicação 25/08/2023   Acréscimos: Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias Professor universitário e Market intelligence Professional VEJA MAIS 16 de outubro de 2023 Discriminação Geracional no Marketing. É hora de falarmos sobre esse assunto 16 de outubro de 2023 Começam os trabalhos do Trevo Catuaí em Maringá. 4 de outubro de 2023 A Inteligência Artificial como reforço para a segurança nas escolas 29 de setembro de 2023 Nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Maringá 28 de setembro de 2023 Branding e o seu negócio: como é essa relação? 26 de setembro de 2023 Agro e Marketing – Parte III – Agrovarejo

Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados

Fotos: AEN Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados Estado demonstrou progresso em seis dos nove indicadores fiscais, inclusive nos quatro quesitos de maior peso. Em Índice de Liquidez, que avalia a capacidade de cumprir obrigações financeiras com base em recursos disponíveis, o Paraná obteve a primeira colocação. O Paraná tem se destacado positivamente no cenário nacional quando se trata de solidez fiscal. Isso foi confirmado recentemente pelo Ranking de Competitividade dos Estados, uma análise abrangente elaborada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a consultoria Tendências e a startup Seall. A última edição do ranking foi divulgada nesta quarta-feira (23), durante o XII Congresso Brasileiro dos Servidores da Administração Pública (Consad), o maior evento de gestão pública do Brasil, que acontece em Brasília. No pilar da Solidez Fiscal, que integra o ranking geral, o Paraná demonstrou avanços importantes, com progresso em seis dos nove indicadores. Destes, um dos mais significativos é o Índice de Liquidez, que mede as obrigações financeiras do Estado em relação ao seu caixa bruto. O Paraná subiu cinco posições em relação ao ano anterior e conquistou o primeiro lugar entre as unidades federativas do Brasil no quesito. O Índice de Liquidez avalia a capacidade do Estado de cumprir obrigações financeiras com base em seus recursos disponíveis. O Paraná também demonstrou melhorias em outros indicadores-chave de solidez fiscal. Avançou quatro posições no indicador de Solvência Fiscal, subindo da 8ª para a 4ª colocação. Também registrou progresso em Poupança Corrente (avanço de três posições, para o 4º lugar), Gasto com Pessoal (seis posições, 11º lugar), Dependência Fiscal (duas posições, 7º lugar) e Resultado Primário (nove posições, 6º lugar). A avaliação do Paraná melhorou nos quatro quesitos de maior peso no pilar da Solidez Fiscal: Solvência, Gasto com Pessoal, Liquidez e Poupança Corrente. “Os avanços refletem uma gestão financeira sólida, que não deixa de lado a prudência nem menospreza desafios fiscais futuros”, afirma o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior. “Nosso compromisso é manter a saúde fiscal do Estado no horizonte de longo prazo”. No pilar da Solidez Fiscal como um todo, o Paraná obteve nota 69, em uma escala que vai de 0 a 100. Com o resultado, o Estado galgou uma posição neste âmbito em relação ao relatório de 2022, deixando-o no 9ª lugar – atrás apenas de Santa Catarina na Região Sul. SIGNIFICADO DOS INDICADORES O indicador de Solvência Fiscal mede a relação entre a dívida pública consolidada e a receita corrente líquida. A principal diferença em relação ao indicador de liquidez é que a solvência tende a demonstrar as obrigações e capacidade de pagamentos de dívidas de prazo mais estendido, como títulos e empréstimos. Já o enfoque da liquidez está em compromissos mais imediatos, como salários de servidores e pagamentos a fornecedores. O Gasto com Pessoal no ranking é avaliado em relação à receita corrente líquida, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Poupança Corrente calcula a diferença entre receitas e despesas correntes, dividindo-as pelas receitas correntes, e serve para mensurar se o Estado é capaz de gerar economia líquida nas operações regulares. A Dependência Fiscal, por sua vez, analisa o grau de relevância que as transferências têm para as receitas correntes totais. Por fim, o Resultado Primário é a diferença entre a receita primária realizada e a despesa primária empenhada, expressa em porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Ele indica se a administração está gerando superávit, ou resultado positivo, nas operações essenciais, excluindo-se o pagamento de juros da dívida pública. DESAFIOS O Paraná enfrenta desafios em três quesitos fiscais. Estes indicadores incluem a Taxa de Investimentos, que mede o investimento liquidado em relação à receita corrente líquida; a Regra de Ouro, que mede a diferença entre despesas de capital empenhadas e receitas de operações de crédito, dividida pela receita corrente líquida; e o Sucesso do Planejamento Orçamentário, que verifica a despesa liquidada frente à dotação orçamentária. “A solidez fiscal desempenha um papel crucial no crescimento econômico sustentável a longo prazo, garantindo que as finanças públicas estejam equilibradas e que o governo tenha recursos para investir na melhoria dos serviços públicos”, destaca Renê Garcia. “O Paraná, ao continuar aprimorando sua gestão fiscal, demonstra compromisso com um futuro financeiramente saudável”. Por: Agencia Estadual de Noticias – Publicação 24/08/2023 VEJA MAIS 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul 21 de agosto de 2023 Câmara aprova monitoramento eletrônico das escolas em conexão com a Guarda Municipal

Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública?

Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? A utilização da Inteligência Artificial pelo setor público brasileiro tem crescido com as ferramentas tecnológicas e o aperfeiçoamento das formas de contratação, viabilizando assim, a utilização desse recurso, frente às grandes demandas deste setor.   A ONU estima que o mundo terá 7 bilhões de pessoas em áreas urbanas, quase 70% da população global, e isso exige que as administrações públicas invistam nos avanços tecnológicos para garantir o bem-estar das pessoas e, ao mesmo tempo, tornar a inteligência de dados um dos principais ativos de uma gestão pública, focando nesses indicadores para prover melhores serviços com mais agilidade.   “A inteligência artificial (IA) pode ser definida como” sistemas, baseado em máquinas que podem, para um dado conjunto de objetivos definidos por humanos, realizar predições, recomendações ou decisões que influenciam ambientes reais ou virtuais” (Berryhill et al., 2019). Os sistemas de inteligência artificial estão sendo usados para criar e implementar políticas públicas. Singapura usa essa tecnologia para prever (e, assim, prevenir) comportamentos de risco entre motoristas de ônibus. Portugal e Lituânia, por sua vez, usam chatbots para oferecer diferentes serviços públicos. Com isso, buscam diminuir a distância entre o setor público e os cidadãos.   A IA no Brasil cresce rapidamente, e são inúmeros os casos de uso desses recursos e imediata percepção da população por facilitar a vida das pessoas frente a entrega dos serviços públicos, proporcionando transparência dos atos e imagem positiva da gestão através da qualidade, e, principalmente, agilidade nos serviços e entregues aos cidadãos.   Vejamos alguns exemplos:   A prefeitura de Londrina-PR contratou a Fundação Faperp de São José do Rio Preto – SP para avaliar reformas e ampliações de obras em mais de 200 mil imóveis localizados em todos os bairros e centros da cidade, o que servirá como parâmetro para a cobrança do IPTU.   O serviço será realizado por meio de drones, inteligência artificial e mapa aéreo da cidade cedido pela Infraero. Após a conclusão do processo, a Prefeitura de Londrina será capaz de modificar o registro imobiliário e obter um cálculo preciso para contabilizar tributos como o IPTU.           Em Maringá-PR, a Procuradoria-Geral instalou um software que ajuda a ler decisões judiciais, sugerir pedidos ou pedir ajuda de forma automática. A solução proporciona maior celeridade para a comunidade, que pode obter uma resposta mais rápida no processo judicial.   Antes, a distribuição era manual, com quatro sistemas diferentes, e tinha cerca de 40 mil ações judiciais para gerenciar. Por meio da ferramenta, chamada de ′Sistema eGPJ′, o município reunirá todos os processos judiciais em uma única plataforma online e que também possibilita a integração com o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e o sistema tributário. Dessa forma, o trabalho dos procuradores será uniformizado de acordo com temas semelhantes, o que garantirá agilidade.     A plataforma de gestão de cidades inteligentes, desenvolvida por uma empresa incubada no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), está sendo implantada em Ponta Grossa-PR. A cidade é a primeira a adotar o conceito de cidades inteligentes na área de segurança, utilizando a solução desenvolvida pela startup Metropolys.   O conceito de segurança urbana, que se refere às cidades seguras, é uma subcategoria dentro do ecossistema das cidades inteligentes. O projeto Ponta Grossa Mais Segura tem como objetivo a modernização dos sistemas de segurança urbana e trânsito, através da utilização de tecnologia de ponta, criação de modelos de controle e gestão e outras ações que estão modificando o conceito de gestão dessas áreas na cidade.   LEGISLAÇÃO Para que um município aumente a sua atuação na área de soluções tecnológicas, é necessário aperfeiçoar a legislação atual para a contratação de soluções tecnológicas pelos municípios, estados e até mesmo pelo governo federal. No entanto, acelerar o uso da inovação e, particularmente, da inteligência de dados para a prestação de serviços também requer mudanças no sentido de simplificar a máquina pública.   No Brasil, a inovação ganhou mais força com a Lei Complementar 182/2021, conhecida como Marco Legal das Startups. Além disso, a nova legislação regula a licitação e a contratação de soluções tecnológicas por municípios, estados e no âmbito federal.   Mas para os municípios terem acesso a essa tecnologia, o fator TEMPO é crucial para que a contratação, execução e entrega desses serviços chegue aos cidadãos. Para isso, é necessário aperfeiçoar e acelerar em algumas situações, como o processo de sua contratação. A dispensa de licitação pode ser uma boa opção, mas precisa ser feita dentro da lei e de forma responsável e transparente.   OPINIÃO De acordo com MARKETING, a tecnologia e todas as suas contribuições são fatores fundamentais para a construção da imagem de uma administração municipal no cenário estadual e nacional. Com a chegada de tecnologias como redes de alta velocidade, redes 5G, Internet das Coisas e Inteligência Artificial, fica cada vez mais difícil administrar cidades sem a integração e a correlação desses dados.   O marketing pode colaborar com os líderes por meio da análise de informações e criar políticas públicas que atendam às necessidades reais das pessoas, incentivando sua implementação em parceria com os órgãos competentes.   “Para que a gestão pública possa acompanhar de perto a evolução tecnológica e suas incontestáveis vantagens para a população, é necessário tornar a inovação uma política permanente de Estado, independentemente da troca de governos”. Lúcio Rosas Se o marketing é a percepção de valor por parte daqueles que recebem um produto ou serviço, e a meta de um administração pública é aprimorar a eficiência, a transparência e a inovação na prestação de serviços públicos como diretriz de governo, os exemplos mencionados, são ações que, aliados a outras iniciativas, resultam em serviços mais eficientes, e, consequentemente, em uma percepção dos cidadãos de que o gestor se dedica a resolver os problemas da população como prioridade.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     @maringacominformacao Imagem … Read more

Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Fotos: Loraine Galdino, Luis Surek/NRE Apucarana e o diretor do CECM Jandaia do Sul, Vladimir Matioli Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul O Governo do Estado, por meio do Instituto Fundepar e da Secretaria da Educação, iniciou neste segundo semestre o projeto-piloto do novo sistema de proteção e acabamento de pisos de quadra, na quadra poliesportiva do Colégio Cívico-Militar de Jandaia do Sul, no Vale do Ivaí. Os novos pisos modulares podem ser utilizados em áreas externas e internas, são instalados em um curto período e contam com tecnologia de amortecimento de impacto. O investimento foi de R$ 100 mil e a colocação foi concluída no fim de semana, em apenas dois dias de serviço, sem interferir nas aulas. Caso o projeto-piloto se mostre eficiente até o final deste ano letivo, a novidade deve ser utilizada em diversos colégios da rede estadual. O diretor-presidente do Instituto Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno, destaca a inovação dos novos pisos, que transformam as quadras em poucos dias. “Os pisos modulares, como são instalados no modelo de encaixe, em questão de dois a três dias já estão aptos ao uso. Com essa agilidade conseguimos atender a demanda de mais colégios da rede e garantir uma quadra poliesportiva com a qualidade que nossos estudantes merecem”, disse. Os novos pisos são de fácil instalação, feitos por meio de um encaixe. As novas peças contam com amortecimento de impacto, além de serem imunes a rachaduras. Com reformas periódicas, a expectativa dos novos pisos é de 20 anos com utilizações diárias. Os pisos se diferenciam dependendo de onde são instalados. Nas placas externas, existem suportes para escoamento de água. A placa tem também uma resistência ao sol, que evita o desbotamento. Já os pisos internos, que serão instalados em ginásios esportivos, não possuem os furos para escoamento, porém mantêm as tecnologias de amortecimento de impacto, ideais para o desenvolvimento muscular e ósseo dos estudantes. “Com este modelo inovador implantado na quadra poliesportiva em Jandaia do Sul, temos um espaço ainda mais confortável e seguro para os estudantes. Isso demonstra o quanto o esporte é importante para a educação. Além disso, os alunos puderam acompanhar com muita alegria um pouco do processo de renovação, que foi muito ágil”, explicou o chefe do Núcleo Regional de Apucarana, Vladimir Barbosa, que acompanhou toda a instalação. Para o estudante João Pedro Arruda, o novo piso ajuda muito na prática de esportes. “A quadra antiga era de cimento e essa nova, com plástico semi-emborrachado, ajuda muito na prática de esportes. No basquete, por exemplo, quando jogamos, de vez em quando acontece de alguém cair. Com essa proteção feita pelo amortecimento, ficamos bem mais seguros”, afirmou. Extra: O Instituto Fundepar também está entregando mais de 2,7 mil itens a serem distribuídos aos colégios dos 399 municípios do Estado. Entre eles estão armários, estantes modulares e refrigeradores. Por: Agencia Estadual de Noticias – Publicação 18/08/2023 VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Paraná indica quais obras e as áreas de atuação, que serão contemplados no novo PAC

Paraná indica quais obras e as áreas de atuação, que serão contemplados no novo PAC Aeroporto de Ponta Grossa, nos Campos Gerais – Foto: Prefeitura de Ponta Grossa No último dia 11, o governo federal informou que o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), vai investir R$ 1,7 trilhão em todos os estados do Brasil com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), empresas estatais, financiamentos e do setor privado, através de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). O Governo do Paraná indicou para o programa uma série de novas obras de infraestrutura e logística. Além delas, serão contempladas áreas como educação e saúde. Juntos, os investimentos somam R$ 107,2 bilhões, segundo a União. A relação completa dos projetos contemplados está disponível no Portal do Novo PAC. As principais obras foram definidas após um estudo técnico realizado pelo Estado, através da Secretaria de Infraestrutura e Logística, e que foi usado para definir as linhas de atuação prioritárias. São recursos que melhorarão e ampliarão a estrutura das rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, tendo como as principais intervenções a Nova Ferroeste, o segundo lote da Estrada Boiadeira e o Contorno de Guaíra. Outras ações indicadas pelo Estado incluem a ampliação da capacidade da BR-476, em União da Vitória; a implantação da BR-153, conhecida como Transbrasiliana, entre Alto do Amparo e Imbituva; e a ampliação da sua capacidade entre Imbituva e Paulo Frontin; além do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para a implantação da BR-101 no Paraná. No âmbito aeroviário, o Aeroporto de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, terá a sua pista de pouso e decolagem ampliada, servindo como alternativa para voos quando o Aeroporto de Curitiba estiver fechado. Em Maringá, na região Noroeste, o aeroporto receberá melhorias no terminal de passageiros e torre de controle de tráfego aéreo. As obras do PAC complementam um pacote de R$ 3,4 bilhões em obras que estão em execução ou planejamento por iniciativa do próprio executivo estadual e que foram anunciadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em fevereiro. Dentro desta linha, também estão os seis lotes das novas concessões rodoviárias, que preveem investimentos de R$ 50 bilhões nos próximos anos e cujos leilões dois primeiros lotes estão marcados para 25 de agosto e 29 de setembro. NOVA FERROESTE O novo corredor de exportação férreo vai ligar o Porto de Paranaguá à Maracaju, no Mato Grosso do Sul, com ramais até Chapecó, em Santa Catarina, e Foz do Iguaçu, na fronteira com Paraguai e Argentina, com um total de 1.567 quilômetros de trilhos, passando por 66 municípios. O projeto está na fase de licenciamento ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Construída durante a década de 1990, a Ferroeste opera no trecho de 248 quilômetros entre Cascavel e Guarapuava, município onde se conecta à Malha Sul. Atualmente, um contêiner refrigerado que sai de Cascavel pode levar até cinco dias de viagem para chegar ao Litoral, tempo que deverá ser reduzido para 20 horas no novo modelo, inclusive com uma nova descida na Serra do Mar. O vencedor do leilão vai executar as obras e operar a malha ferroviária por 99 anos. ESTRADA BOIADEIRA Estrada da Boiadeira (BR-487) Foto: DER Aguardada por décadas pela população, a pavimentação completa da Estrada da Boiadeira (BR-487) é considerada uma das mais importantes obras rodoviárias do Paraná, pela conexão com o Mato Grosso do Sul e países vizinhos. A nova modernização irá facilitar, agilizar e baratear a ligação com mercados produtores e consumidores. O primeiro lote da obra é fruto de uma conquista do governador Ratinho Junior no primeiro ano da gestão. Ele recebeu um investimento de R$ 281 milhões, com recursos bancados pela Itaipu, ligando o distrito de Porto Camargo, no município de Icaraíma, na divisa com o Mato Grosso do Sul, até o distrito de Dourados, em Umuarama, com 47 quilômetros de extensão. A segunda etapa, anunciada agora, fará a ligação entre a Serra dos Dourados e Cruzeiro do Oeste, conectando-a com o lote 1 da obra e um trecho já existente que vai até Campo Mourão. A rota faz parte do projeto rodoviário do Corredor Bioceânico, sonho antigo dos países do Mercosul de ligar os oceanos Atlântico e Pacífico através de um corredor rodoviário, desde os portos brasileiros de Paranaguá e Santos, aos portos do norte do Chile, atravessando também o Paraguai e a Argentina. CONTORNO E PONTE DE GUAÍRA O contorno de Guaíra terá 4,6 quilômetros de extensão, ligando o acesso ao Mato Grosso do Sul pela BR-163 à BR-272, que faz ligação com Umuarama. A obra receberá investimento de R$ 65,8 milhões, incluindo recursos do Tesouro Estadual. Trata-se de uma reivindicação antiga da população de Guaíra e região, que enfrenta problemas no trânsito e dificuldades de manutenção dos trechos urbanos da BR-163, onde há fluxo intenso de caminhões. O tráfego será canalizado numa via de pista dupla que vai da BR-163 à BR-272. De forma complementar, a Ponte Ayrton Senna, que liga o Paraná ao Mato Grosso do Sul através de Guaíra, também será restaurada e modernizada. As obras vão focar na parte estrutural da ponte, em nova pavimentação, melhorias na drenagem e novo sistema de iluminação pública em LED em uma extensão de 4,7 quilômetros. OUTROS INVESTIMENTOS – Durante o anúncio, a União também confirmou novos investimentos para as áreas da saúde, educação, ciência, tecnologia e inclusão digital que serão direcionados ao Paraná. As áreas receberão um aporte de R$ 30,1 bilhões. A maior fatia, de R$ 21,1 bilhões, será para a construção de creches e escolas de tempo integral e a expansão e modernização dos Institutos e Universidades Federais instalados no Estado. Além de melhorar e ampliar a infraestrutura o objetivo é impulsionar a permanência dos estudantes nas escolas, a alfabetização na idade certa e a produção científica nacional. Na saúde, serão investidos R$ 6,8 bilhões para a construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), policlínicas e maternidades, bem como a aquisição de ambulâncias para tratamento especializado. Segundo a União, a oferta de vacinas, … Read more

Pessoas podem se tornar marcas? Parte II.

Pessoas podem se tornar marcas? Parte II. No artigo anterior, discutimos sobre as marcas criadas por indivíduos reconhecidos, como artistas, políticos e influenciadores digitais, que estabelecem conexões com outras pessoas por meio de um objeto, como suas obras artísticas, políticas públicas ou simplesmente divulgar um conteúdo, como este que você está lendo.   A marca é um símbolo que perpetua uma imagem e tem como objeto a criação de um produto/serviço representativo para o intérprete, ou seja, as pessoas. A relevância desse objeto para as pessoas é o valor percebido que cria uma imagem do seu autor. Essa imagem será a base que sustentará o valor da marca.   É possível, mediante um VÍNCULO EMOCIONAL, manter essa conexão por mais tempo, garantindo uma renovação de significados em sua existência, sejam eles mercadológicos, profissionais ou não.   A parte estratégica é quando uma marca planeja e executa o que cogita fazer, dando significado para as pessoas. Quando ganham notoriedade, são relevantes para as pessoas, associando aquele objeto à pessoa com nome e existência, mesmo que o contato entre elas seja apenas emotivo.   Vínculo Emocional = ideia + ação + percepção + valor   Façamos um exercício para compreendermos melhor a formação de uma marca em pessoas públicas. Utilizaremos os gestores das principais cidades das macrorregiões do Paraná, como Rafael Greca (Leste), Marcelo Belinati (Norte), Ulisses Maia (Noroeste), Professora Elizabeth (Campos Gerais), Celso Góes (Centro-sul) e Leonardo Paranhos (Oeste).   Cada um deles, naturalmente, cria uma imagem associada ao seu nome, uma vez que são os representantes administrativos que tiveram a maioria das preferências nas suas cidades. Ao conceberem e executarem políticas públicas (produto/serviço), a população terá acesso a esse objeto, gerando um significado de valor ao comparar a entrega efetiva com a expectativa desejada pela população.   Este valor é o significado que as pessoas associam à experiência delas em relação ao objeto em questão, isso é automático. Quanto mais importantes forem as ações que sejam vitais para as pessoas, mais significados de valor elas gerarão para os gestores, resultando em uma “Marca” pessoal de cada prefeito.   “É fundamental pensar nas necessidades das pessoas em cada região e planejar políticas públicas para atender essas expectativas. Isso significa que marketing não é só propaganda, é uma função estratégica que atua em diferentes áreas da administração pública”. Lúcio Rosas Os prefeitos apresentam características distintas de administração, o que pode estar relacionado às características próprias da região. No entanto, é preciso estar atento às mudanças socioeconômicas de cada região, por ser possível que haja diferenças entre o perfil do gestor e o plano de governo, consoante as necessidades reais da população. Pode-se entregar muito, mas produzir pouco significado, interferindo na construção dessa “Marca”.   É importante salientar que o nível de satisfação e percepção de valor está diretamente ligado às expectativas da população. Quanto mais o gestor agir de acordo com essas necessidades, mais significado isso terá para a população.   Cada gestão aspira atender a todos os setores da sociedade, embora algumas vezes se sobressaiam em apenas alguns. No entanto, esse “capital” aumentará a percepção de valor. Sendo assim, é necessário administrar as ações de forma contínua para que todas elas tenham a mesma força quando a população tiver contato com elas. Isso também é marketing.   Alguns se sobressaem pela capacidade tecnológica e de inovação da cidade e as transformam em cidades inovadoras. Outros procuram melhorar a infraestrutura de mobilidade, ou investir em políticas de lazer e entretenimento com forte apelo de humanização. Há também aqueles que focam no crescimento econômico e na geração de riquezas, ou ainda, atuam na educação, saúde, pavimentação e mobilidade urbana, ou em políticas públicas voltadas para o crescimento da indústria e a geração de empregos.   Essas ações são extremamente relevantes para a sociedade. A “Marca” será formada quando houver um equilíbrio entre todas essas estratégias, ou seja, entregas que devem atingir a maioria da população em todas as suas necessidades básicas e expectativas em relação à administração pública. É esse capital perceptivo que constituirá a marca pessoal de um gestor público.   É como uma relação comercial, a empresa analisa o mercado e cria um produto/serviço, o planeja e o executa, aprimora as relações através da comunicação até que o cliente compreenda que aquele produto tem relevância. Ele se motiva e o adquire, e, posteriormente, analisa a sua expectativa com relação à entrega final. Se corresponder, será bem-visto. Se estiver acima da expectativa, a marca ganhará confiança e longevidade. Caso a entrega não for satisfatória, a marca será enfraquecida para ações futuras.   Tudo isso é marketing, criação de produtos/serviços (Objeto — políticas públicas), conforme as expectativas do mercado (população), e sua aceitação ou não para uma recompra (futuro político). As “Marcas” pessoais devem ter uma conexão existencial com as pessoas para reconhecer sua importância positiva em suas vidas. A comunicação é outra ferramenta estratégica que acrescenta valor a essa relação, mas sua eficácia depende exclusivamente da qualidade das entregas realizadas.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias Professor universitário e Market intelligence Professional Imagem: Reprodução / perfil oficial dos prefeitos no instagram   @lucio_rosas_     @maringacominformacao VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Paraná acumula as maiores altas da região Sul em serviços e turismo no primeiro semestre

5 mudanças na geografia do consumo e seus impactos no varejo Com o avanço da tecnologia e das formas de comunicação, impulsionado pelas mudanças nas preferências e comportamentos dos consumidores, a geografia do consumo está passando por transformações e traz um impacto significativo para o setor de varejo.   Em uma pesquisa realizada pela MARCO, agência de relações públicas e comunicação internacional, 98% dos consumidores brasileiros passaram a comprar mais no e-commerce depois da pandemia. “Essa pesquisa mostra o quanto as mudanças na geografia do consumo estão remodelando o setor e impulsionando ainda mais o crescimento do comércio eletrônico.   “É importante que os varejistas entendam essas tendências e apostem nas soluções que a tecnologia tem a oferecer nesse cenário”, explica Ciro Rocha, CEO da Enredo, empresa de inovação especializada na transformação de negócios.   O especialista Ciro Rocha explica também que o setor varejista precisa se manter atualizado, por isso, separou as cinco principais mudanças e os impactos que elas trazem no setor do varejo e como manter-se em alta. Confira:   Crescimento do e-commerce: O e-commerce fez com que as barreiras geográficas do varejo fossem reduzidas, permitindo o alcance muitas vezes mundial da marca, sem a necessidade de uma presença física. Nesse sentido, os marketplaces e lojas online se tornaram muito populares exigindo, repentinamente, que os varejistas se adaptassem a essas mudanças desenvolvendo estratégias eficazes.   Experiência omnichannel: adotar a abordagem omnichannel em suas jornadas de compra, combinando canais online e offline para uma experiência de compra integrada está cada vez mais em alta. Os varejistas precisam fornecer uma experiência consistente em todos os pontos de contato, sejam eles físicos ou online, para atender as necessidades e expectativas de seus consumidores. Essa etapa requer uma integração eficaz entre lojas físicas, sites, aplicativos e outros canais de venda, bem como uma boa estratégia de marketing.   Personalizar e segmentar o mercado: com a análise e coleta de dados, que chegaram junto com a tecnologia, os varejistas puderam entender melhor as preferências e necessidades individuais dos consumidores em diferentes regiões. Essa análise personalizada, permite a criação de estratégias de marketing mais direcionadas ao público-alvo, ajudando os varejistas a adaptar seus produtos, preços e mensagens de acordo com os comportamentos de cada região, melhorando a experiência do cliente e impulsionando as vendas.   Lojas físicas: mesmo com o enorme avanço do comércio eletrônico, as lojas físicas ainda desempenham um papel importante no setor varejista. A geografia do consumo muda, no entanto, a forma como essas lojas são projetadas e operadas, fazendo com que os varejistas busquem estratégias inovadoras, criando espaços de experimentação, conceitos de lojas pop-up, além de integrar a tecnologia para trazer o cliente até a loja física.   Mercados internacionais: com o aumento do e-commerce, chega também o mercado internacional, e com o crescimento do comércio global e a maior acessibilidade por meio da internet, as empresas têm a oportunidade de alcançar clientes de diferentes cidades, estados e até mesmo países.   Por Redação – 21/07/2023 – Mundo do Marketing   Comentário, por Lúcio Rosas: O maior desafio do setor varejista é entregar a qualidade prometida pela comunicação e oferecer a melhor experiência para o consumidor, o que já é o grande desafio das organizações, e um trabalho árduo de gestão, pois não é só criar um produto/serviço ou política pública que atenda a expectativa das pessoas, é fazê-lo se tornar tangível para as pessoas, integrá-lo a sua vida, e, mais importante, permanecer em sua rotina, com a mesma eficiência. As conexões entre organizações e clientes são baseadas nos valores percebidos pelos clientes, na relação de troca existente entre eles, e podem se acabar por a organização entender que a manutenção da relação está no produto/serviço entregue, e não nas expectativas das pessoas. A pesquisa revela uma mudança na forma como as pessoas se relacionam com as marcas. Cabe a elas criarem uma gestão de ativação pós-venda que permita a continuidade de sua lembrança propositiva de sentido junto aos clientes. VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Solverwp- WordPress Theme and Plugin