Maringá com Informação | Lúcio Rosas

Você utiliza apenas a sua intuição para analisar o que está ao seu redor? A tecnologia IA pode te ajudar!

Foto: Arquivo Canvas Você utiliza apenas a sua intuição para analisar o que está ao seu redor? A tecnologia IA pode te ajudar! Para auxiliar nessa reflexão, vamos abordar hoje o tema central, a Inteligência Artificial — IA, e como ela interfere na cultura organizacional, seja privada ou pública, sobretudo para os gestores onipotentes, aqueles que apostam exclusivamente na sua intuição e na sua suposta soberania intelectual de articulação.   O mundo está mudando constantemente e para se adaptar às mudanças é preciso mudar os conceitos antigos e usar a tecnologia e recursos que auxiliam as estratégias a funcionarem bem. A sociedade está mudando e tornando-se instável.   Os dados passaram a ser o combustível da “Era da Informação”, e, com eles, podemos calcular os resultados de qualquer ação tomada pelo homem, não somente quantitativos, mas também analisar o sentimento codificado em cada postagem nas plataformas digitais.   Um grande envolvimento pode não expressar o verdadeiro sentimento das pessoas em relação a uma determinada marca, pessoa ou organização. O exemplo é quando uma postagem atinge muitos seguidores, recebendo muitas curtidas, comentários e compartilhamentos, mas o conteúdo dessa reação, de fato, está refletindo um sentimento de sátira, desprezo, nojo, inconformidade, dentre outros. Dessa forma, pode-se dizer que houve um grande engajamento, mas o resultado foi negativo.   A inteligência artificial ajuda a entender melhor as estratégias, como analisar dados que antes não eram visíveis. Isso nos ajuda a prever o que acontecerá no mercado e planejar investimentos. Isso é feito com dados e ajuda a identificar padrões e tendências que não são fáceis de perceber.   Visando aumentar as conversões, as organizações brasileiras investem em inteligência artificial para estarem mais próximas dos seus clientes e potenciais clientes. Segundo uma pesquisa global conduzida pela International Business Machines Corporation (IBM), em 2022, cerca de 41% das companhias brasileiras empregaram Inteligência Artificial nas suas atividades diárias. Conforme as previsões do setor de tecnologia, as soluções de automação inteligente ultrapassarão US$ 1 bilhão no Brasil em 2023, representando um aumento de 33% em relação ao ano anterior, o Estudo da International Data Corporation (IDC). Entre os destaques para o setor estão o uso de Inteligência Artificial (IA) e a nuvem.   Assim, a inteligência artificial auxilia na compreensão mais aprofundada do sentimento das pessoas, afetando inclusive a maneira como se comunica com elas, utilizando dados como guia para escolher assuntos relevantes, mas relevantes para a população, transformando temas considerados problemáticos em campanhas.   O prefeito atual de Florianópolis, @topaziofloripa, é competente ao expor um problema criado pela prefeitura como uma oportunidade de engajamento positivo. Ao analisar a reforma de uma rua que teve um poste no meio dela, ele tem em vista explicar o problema e apresentar uma solução, demonstrando humildade e empatia, criando uma conexão emocional positiva com a população e, consequentemente, gerando engajamento relevante. Isso se dá porque a inteligência artificial — IA, identifica o sentimento da população e mostra o caminho para suprir esse descontentamento, que é se colocar na posição dessas pessoas. Dessa forma, basta usar uma narrativa adequada e gerar valor na relação.   Entretanto, o robô não precisa substituir o ser humano, já que a tecnologia expandiu a nossa capacidade de memória e processamento, permitindo-nos gerenciar as emoções codificadas nas reações digitais das pessoas. Isso pode auxiliar os profissionais a estabelecer conexões fortes com clientes e colegas, negociar de maneira eficiente e tomar decisões que considerem as necessidades e preocupações de todos os envolvidos, proporcionando uma compreensão mais aprofundada dos produtos/serviços oferecidos e a sua influência na vida das pessoas.   “Para não ser substituído por um robô, não seja um robô”. Martha Gabriel. Ao integrarmos a inteligência artificial — IA com a inteligência humana, é possível obter um profissional equilibrado e completo, capaz de tomar decisões mais acertadas, construir relacionamentos mais sólidos e obter resultados superiores para si e para os seus clientes.    Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas. Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_     @maringacominformcao VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

As organizações estão preparadas para a nova ordem social, econômica e política, em Tempos Líquidos?

As organizações estão preparadas para a nova ordem social, econômica e política, em “Tempos Líquidos”? Nos conteúdos anteriores, abordamos a possibilidade de incompreensão por parte dos gestores em relação à aplicação do Marketing e da Comunicação nas decisões organizacionais, bem como a teoria da “Miopia de Marketing” (Levitt, 1960), na qual os gestores concentram as suas estratégias nos seus produtos/serviços em detrimento das necessidades reais das pessoas. Neste cenário, fica claro que as pessoas devem ser o foco de qualquer estratégia, pois são esses “CLIENTES” que garantirão o objetivo desejado de qualquer tipo de organização.   Dessa forma, apresentamos, nesta reflexão, a necessidade de compreender o que as pessoas pensam atualmente, qual a compreensão de sociedade e valores que possuem, para podermos, de fato, tomar uma decisão estratégica assertiva de Marketing e Comunicação.   Sendo assim, é importante incluirmos nesse conteúdo Zygmunt Bauman, filósofo e sociólogo polonês que faleceu em 2017, que nos deixou uma das mais relevantes reflexões sobre as relações sociais, econômicas e de produção, e como se tornaram frágeis, fugazes e maleáveis, como os líquidos, no que chamou de “Modernidade líquida”.   A partir do século XX, percebe-se uma mudança na estrutura social, passando de um modelo de produção para uma sociedade do consumo, caracterizada por uma intensa produção de mercadorias e bens, aliada a uma rápida evolução tecnológica, o que causou uma ruptura nos padrões sociais, econômicos e políticos existentes, bem como uma alteração nas ideologias e nos paradigmas existentes.   Segundo Bauman, a revolução do consumo é caracterizada por um aumento constante de desejos, com o objetivo de garantir a segurança do consumidor.    Surge uma fase em que as pessoas se sentem perdidas diante de tantas mudanças, e elas próprias começam a se desfazer de certos valores e modifica-los, inclusive, dando uma nova tradução ao conceito de felicidade, que deixa de ser subjetivo e passa a ser mensurável por objetos e significação.   Como podemos ligar o Marketing e a Comunicação à nova ordem social, econômica, política e tecnológica?   O Marketing precisa estar sempre atualizado e usar ferramentas para criar informações importantes sobre o mercado e as pessoas. Isso pode ajudar a criar produtos e serviços que atendam às necessidades das pessoas. A Comunicação segue o mesmo caminho, embora mais dispersa em função do surgimento de novos grupos, mas ainda mais eficaz em relação ao alcance desejado. Vejamos dois exemplos de empresas, NETFLIX e SPOTIFY. O STREAMING é um dos mais populares formatos de mídia, tanto vídeo quanto música. É importante entender como essas plataformas oferecem esse serviço para entender melhor o público.   Nesse estudo, a SPOTIFY é a plataforma de streaming mais utilizada, consumindo, em média, 13h26min de áudio por mês. A NETFLIX é a líder em acesso (desktop + mobile), com média de 50 milhões de visitantes únicos e 350 milhões de visualizações de vídeos por mês. 45% dos usuários de internet concordam que os serviços de STREAMING de TV mudaram o modo de ver a televisão, e 30% assistem mais à televisão do que antes por conta desses serviços.   São tendências que devem ser monitoradas para que as decisões estratégicas estejam direcionadas ao que o público-alvo deseja e percebe, e não apenas o que as organizações desejam e podem oferecer. Dessa forma, profissionais qualificados, aliados a softwares inovadores, são cada vez mais requisitados em qualquer equipe de marketing e comunicação, uma vez que a intuição não é mais suficiente para garantir os resultados desejados pelas organizações.   Prof. Me. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias Professor universitário e Market intelligence Professional @lucio_rosas_      @maringacominformacao   Dicas para leitura sobre o tema: BAUMAN, Z. A Arte da Vida. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2009 BAUMAN, Z. Vida para o consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Editora Zahar 2008. BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Tradução de Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Pessoas não compram coisas, compram soluções para seus problemas

Pessoas não compram coisas, compram soluções para seus problemas Na semana passada, discutimos a diferença conceitual e prática entre Marketing e Comunicação, e o quão prejudicial pode ser para a imagem de uma empresa quando o produto/serviço não atende às expectativas dos indivíduos que foram influenciados pela mídia.   O problema de não conseguir vender bem e se comunicar bem pode estar na forma como as empresas trabalham. Theodore Levitt chama isso de “MIOPIA DE MARKETING”, que é quando as empresas focam mais nos produtos e serviços do que nos clientes.   Atualmente, pode-se dizer que é quando o gestor concentra a sua atenção na sua reputação antes de gerar autoridade.   Para um gestor de marketing no início do século XXI, a atenção às necessidades dos clientes é indispensável para qualquer negócio, e Levitt (1990), através de suas publicações, influenciou os conceitos a respeito do marketing nesse sentido.   Hoje em dia, há muitas ferramentas tecnológicas que ajudam a entender o mercado, mas muitas vezes o gestor não usa essas informações para fazer o seu marketing. Isso pode causar problemas e criar uma imagem má.   “ O futuro pertence àqueles que enxergam as possibilidades antes que elas se tornem óbvias, e, de fato, reúnem recursos e energia para conquista-las ou evita-las”. Theodore Levitt.   Levitt (1990) afirma que as pessoas recebem constantemente abundância de opções para ajudá-las a resolver os seus problemas, e que elas não compram coisas, compram soluções para os seus problemas.   Há diversos casos de alteração de posicionamento e até perda de mercado, por falta de gestão de marketing e comunicação. Vejam o exemplo da VARIG, que já foi considerada uma das melhores e mais conhecidas companhias aéreas do mundo. Era reconhecida pelo atendimento aos passageiros e pela tranquilidade que proporcionava em suas viagens. Os cuidados com os funcionários e o treinamento de excelência também eram apontados como pontos fortes da empresa, no entanto, a empresa se perdeu em sua gestão financeira e os clientes começaram a perceber uma diminuição na qualidade dos serviços prestados por esta empresa. Novos concorrentes surgiram no mercado de aviação civil, com propostas mais vantajosas, o que resultou na perda de uma grande parte dos passageiros que havia conquistado, até que, em 2006, a empresa entrou em processo de recuperação judicial.   Os tempos mudaram, estamos na era do Marketing Digital, que oferece diversas novas ferramentas para o desenvolvimento de estratégias de sucesso, como as redes sociais, a busca, a plataforma móvel, displays digitais, entre outras, o que é benéfico para os gestores que não têm “Miopia de Marketing” para entender o seu público-alvo. Dados, que se transformam em informações acionáveis, permitem uma maior precisão nas estratégias, e se antecipam ao que realmente importa, sendo uma solução para as pessoas, e não um problema.   Seremos “MÍOPES” diante desses novos cenários em constante evolução?   Na próxima semana, vamos falar sobre “modernidade líquida”, que é quando as pessoas moldam a sociedade de acordo com as suas próprias características e a forma como elas interagem, incluindo as econômicas.   Prof. Lúcio Olivo Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das mídias @lucio_rosas_ @maringacominformacao VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Existe diferença entre Marketing e Comunicação?

Existe diferença entre Marketing e Comunicação? Acredito que todos saibam a diferença de Marketing e Comunicação, certo?   Está errado, podem acreditar, ainda há dúvidas de conceitos e aplicação dessas ferramentas de relacionamento entre pessoas. Após anos de experiência na gestão da comunicação em diferentes ambientes organizacionais, é possível notar que é comum haver dúvidas quanto ao momento e à forma de usar o marketing e a comunicação para construir valor e reputação de uma marca.   Para muitos, marketing é venda e comunicação é propaganda. Outros afirmam, ainda, que é o mesmo. De fato, elas estão em conexão, caminham juntas, mas possuem táticas e conceitos distintos numa relação de TROCA. Não se trata de uma receita pronta, mas sim de ingredientes para uma receita específica, sendo, portanto, crucial a criatividade estratégica na sua elaboração e execução.   O cenário a ser aplicado deve-se tornar mais direto, uma vez que o ambiente em questão é caracterizado pela produção de CONEXÃO entre pessoas, sejam elas físicas, jurídicas ou até governamentais. Sim, o marketing é quando uma marca e as pessoas se relacionam, seja entre marcas e pessoas, ou entre marcas e o governo, ou ainda entre governo e pessoas.   Isso acontece quando uma marca quer vender um produto, um governo atender os cidadãos com políticas públicas, ou alguém que queira se aproximar de outra pessoa, nessas e outras situações, haverá uma premissa de INTERESSE entre aquele que quer ser visto e aquele que ainda não o conhece.   Sim, partimos do princípio de que, numa relação, sempre haverá alguém que toma uma atitude.Entretanto, é nesse ponto que surgem dúvidas, como, por exemplo:   Qual o caminho (estratégia) tomar para que o “produto” tenha significado para as pessoas?   Como ser relevante, ao ponto de se estabelecer uma relação de valor?   Bem, é aí que começa o marketing, analisando uma oferta (produto ou serviço) como uma solução para a vida das pessoas. Se, de fato, o produto oferecido atende às expectativas apresentadas, temos um cenário propício para o surgimento de um relacionamento.   Nesse momento, os especialistas costumam achar que é só aplicar a comunicação que as pessoas “comprarão” o que se oferece, ledo engano.   É preciso ter cautela neste momento, pois o marketing se concentra na criação de processos que tornem um produto, marca ou ideia relevante para a vida das pessoas. Ou seja, aquilo que as marcas estão propondo entregar, de fato, deve ser entregue e percebido como relevante por esse público-alvo.   A comunicação tem como objetivo aproximar essa oferta do público desejado, criando uma atmosfera positiva entre o que se promete e o que se deseja. Ela estabelece um sentimento de aproximação, fundamentado na verdade do que divulga, ou seja, a entrega deve estar de acordo com a comunicação empregada.   Não basta ter comunicação, se não há entrega verdadeira. Se isso ocorrer, as pessoas compreenderão como se estivessem sendo enganadas, e o resultado poderá ser devastadoAssim sendo, é importante lembrar que, se uma marca, organização ou quem assumir a iniciativa numa relação não estiver de fato comprometido com o que será oferecido, pode haver um sentimento de FRUSTRAÇÃO no outro, o que resultará em uma comunicação que não trará resultados e não estabelecerá conexões duradouras com essa marca.   Na realidade, se uma marca promete qualidade, ela precisa entregar qualidade. Se o serviço público promete saúde para a população, elas devem ser atendidas de forma digna quando precisarem, pois estamos lidando com os sentimentos das pessoas. Se algo não der certo, não há marketing e comunicação que resolva isso.   O problema talvez seja a “miopia de marketing” dos gestores, que trata da falta de dados no processo de marketing, ou ainda, a negação dos cenários apresentados acima, que é quando as marcas e organizações concentram-se em si mesmas, ao invés de se aterem ao mercado e às necessidades das pessoas, mas isso é um assunto para a semana que vem.   Prof. Lúcio Rosas Mestre em Comunicação e Semiótica: Significação das Mídias @lucio_rosas_   @maringacominformcao VEJA MAIS 24 de julho de 2023 5 mudanças na geografia do consumo e seus impactos no varejo 20 de julho de 2023 Consumo doméstico brasileiro cresce e deve atingir R$ 6,7 trilhões em 2023 19 de julho de 2023 A publicidade está tendo uma crise de alcance de público? 19 de julho de 2023 Resultado final de licitação confirma obra do novo Trevo do Catuaí, em Maringá. 19 de julho de 2023 Para implantar ′UBS Virtual′, Prefeitura abre edital para teste de soluções inovadoras na área da telemedicina 19 de julho de 2023 Regiões Metropolitanas: Como integrar políticas públicas às expectativas das pessoas.

O empoderamento da informação no amibiente digital

O empoderamento da informação digital O ambiente digital proporciona ao cidadão o empoderamento da informação.     Sua opinião é a fonte para qualquer tomada de decisão estratégica. A relevância mútua gera relação duradoura.     Se antes, o emissor, tinha o protagonismo na comunicação, por gerar o estimulo para um contato, agora, é o receptor, que assume este papel, afinal, será o seu feedback que tornará essa relação duradoura ou não.     Por isso, é necessário estimular e monitorar uma relação no ambiente digital, pois será através desse input, que novos negócios e relações se formarão.     A relevância mútua é um fator necessário para qualquer relação.     Prof. Lúcio Rosas @lucio_rosas_ @maringacominformacao   VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

O consumidor no mundo CÍDRICO

O consumidor num mundo cíbrido   Estamos na era da convergência e o virtual e o real se complementam e se apoiam.    Peter Anders (2202) utiliza o termo CÍBRIDO para compreender o movimento humano em relação às diferentes possibilidades de relacionamento, que é a soma do CIBER (digital) + HÍBRIDO (mistura).   É uma associação de diferentes elementos, que é mais que uma mistura, é uma ligação entre os espaços físicos e digitais.  Ele busca estabelecer uma conexão, mais do que isso, uma inter-relação entre os dois mundos.   O conceito de conexão entre produto e marca é crucial para o Marketing e Comunicação, já que todas as maneiras de estabelecer uma conexão entre produto e marca devem estabelecer uma conexão estratégica operacional entre esses dois ambientes. A comunicação é dinâmica e a publicidade acompanha esse ritmo. As mídias digitais têm o papel de prospetar e direcionar o consumidor para a aquisição, enquanto as mídias off-line reforçam a marca e os seus diferenciais. Cada um tem a sua relevância, mas o estudo do comportamento do consumidor é a melhor opção.  ANDERS, Peter. Towards an architecture of mind.  Disponível em:< https://www.uoc.edu/caiiastar2001/eng/articles/anders0302/anders0302.html>   Prof. Lúcio Rosas   VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Uma nova economia baseada nos dados e métricas

Economia baseada em dados e métricas Com a evolução da tecnologia, a criação de novas fontes de dados e o aumento da competitividade, as organizações percebem a necessidade de mudanças, quebrando paradigmas e se imersões totalmente no mundo dos dados e métricas. As empresas têm uma visão digital voltada para a produção e obtenção de dados que permitam uma melhor compreensão do seu público-alvo, da sua participação no mercado e, consequentemente, elaborar estratégias de abordagem que gerem uma conexão com esse público, antes da venda propriamente dita. Assim, ao antecipar a abordagem, o consumidor pode escolher a marca quando perceber uma necessidade, deixando a comunicação para a aceleração para o consumo, e assim, efetivando uma relação comercial.   Prof. Lúcio Rosas   VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

On-life, você sabe o que significa?

On-life, você sabe o que significa? O mundo mudou, é um fato, mas acabamos complicando aquilo que é óbvio. O digital está conectado à realidade, os ambientes estão em sintonia, convergem para facilitar a vida das pessoas.  Pode ser uma inovação ou uma evolução, mas o importante é que podemos desenvolver as nossas capacidades e procurar conexões ainda não exploradas. Buscamos encontrar a fórmula para o sucesso, (todos têm uma) e esquecemos algumas que são simples: – Consumidor compra produto/serviço.  – Mídia é um canal.   A partir daí, partimos para a reflexão. Por que nos tornamos tão complicados?   On-life é uma definição que aumenta a imagem de uma marca, mediante ações de marketing tanto no mundo virtual quanto no tradicional.   Prof. Lúcio Rosas   VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

A relação começa naquilo que se quer ofertar.

A relação começa naquilo que se quer ofertar. Uma troca comercial é apenas uma relação entre anunciante e consumidor, ou marca e cliente. É crucial manter o equilíbrio entre branding e desempenho nessa relação, uma vez que esta envolve diversas forças contrárias, como a concorrência, o aumento do número de impulsos emocionais e a mídia, o que resulta na mudança de comportamento pelo consumidor, o que, além de ser benéfico para as pessoas, contribui para a melhoria da qualidade dessa relação.   Ao focar apenas na venda, a empresa pode estar colocando em risco a sua reputação, já que o consumidor é quem confere a qualidade. Sendo assim, para além de se comunicar de forma adequada e frequente, entregar o que se promete é uma obrigação. Todavia, o valor na relação está na excelência percebida, quando o produto/serviço se comunica de forma eficiente com o cliente, o que identifica valor agregado naquilo que se prometeu, gerando o algo a mais, a emoção, o afeto, do primeiro para o segundo, mediante uma oferta.   Prof. Lúcio Rosas   VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

Posicionamento de marca a partir do DNA da organização

Posicionamento de marca a partir do DNA da organização. No marketing on-life, (on + off), é preciso conter um propósito verdadeiro, a utilização de  diferentes canais e linguagens, que gerem significado de VALOR para o consumidor. É isso que vai fazer o consumidor enxergar de forma diferenciada, o produto/serviço, e até pagar mais para adquiri-lo, isto acontece porque ele acredita na história contada, gerando responsabilidade de marca, que vai muito além da troca mercantil.    Produz então, o que conceituamos como POSICIONAMENTO, que é o que as pessoas tem de valor diante de uma marca, e é eese significado que vai permitir uma relação duradoura entre consumidor e marca. Este valor se relaciona com os atributos e benefícios do produto/serço que tem sua origem no próprio DNA da empresa. VEJA MAIS 29 de agosto de 2023 “Família nas Escolas” é inovador na educação municipal 28 de agosto de 2023 13% das Cidades mais Competitivas do país estão no Paraná 25 de agosto de 2023 Maringá é a 1ª do sul do Brasil no ranking de Cidade mais Competitiva 25 de agosto de 2023 Destaque no cenário nacional, Paraná avança em ranking de solidez fiscal dos estados 24 de agosto de 2023 Qual a relação do Marketing e a Inteligência Artificial – IA, em uma gestão pública? 21 de agosto de 2023 Projeto-piloto instala piso com amortecimento de impacto em escola de Jandaia do Sul

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